Escola de vereadores é lançada em Natal

Revista Deguste
Advogado Caio Vitor explicou o que pode e o que não pode ser feito na pré-campanha

Advogado Caio Vitor explicou o que pode e o que não pode ser feito na pré-campanha

O Partido Solidariedade realizou nesta terça-feira, 4 de setembro, a primeira aula da sua Escola de Vereadores, com a qual pretende formar os pré-candidatos para a disputa eleitoral em 2020.

“Um dos focos do Solidariedade é abrir espaço para que pessoas novas, que não fazem parte da política tradicional, possam participar de eleições, influir na vida pública e moldar a máquina administrativa a partir do nosso ponto de vista partidário: mais eficiência dos serviços públicos e menos influência da velha política sobre o dinheiro público”, explica Kelps Lima, mestre em políticas públicas e fundador do Partido Solidariedade no RN.

A Escola de Vereadores tem papel fundamental na formação dos novos quadros que o partido quer construir na capital. As aulas foram montadas de forma técnica para repercutir o mais rápido possível no desempenho prático dos candidatos nos próximos 14 meses. “Quanto menos assembleísmo ou abstrações melhor”, explica um dos formuladores de conteúdo, o jornalista Washington Rodrigues, coordenador de comunicação do Solidariedade desde a sua fundação no RN, em 2013.

“As turmas são pequenas para que os palestrantes possam dar atenção pessoal às dúvidas dos alunos. Possuem apenas 8 alunos por aula, todos são pré-candidatos a vereador, filiados ou em fase de filiação ao Solidariedade e recebem conteúdo para montar seu passo a passo de sua infraestrutura de pré-campanha, diz o coordenador da Escola”, Thiago Moura.

Na primeira aula, havia alunos dos bairros Bom Pastor, Cidade da Esperança, Redinha, Quintas e Cidade Nova. Uma das práticas foi o passo a passo para abrir suas próprias páginas no facebook, orientados pela consultora de marketing Charleane Estevam Falcão, pós-graduada em gestão pública. No segundo momento, os alunos ouviram o advogado e ex-presidente da comissão eleitoral da OAB, advogado Caio Vitor Barbosa, que explicou o que pode e o que não pode ser feito na pré-campanha.

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