O ano de 2012 tem sido um período complicado para os donos de restaurantes de Natal

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Este ano de 2012, definitivamente, não tem sido dos melhores para a gastronomia natalense. Não chega a ser um ano perdido. Mas há pouco o que comemorar. Foi um período complicado para donos de restaurantes, porque houve muitas oscilações de mercado, o que demandou mais esforço, sacrifício e habilidade dos empresários da área para ajustarem as suas operações.
 A queda no número de turistas, em Natal, prejudicou o fluxo nos restaurantes e no comércio de uma forma geral. Notícias negativas em setores econômicos e na administração pública prejudicaram não só o crescimento, mas também a autoestima da cidade.
 É verdade que a Europa, emissora de visitantes que vinham gastar dinheiro em nossa Natal, está em crise. E isso reflete nos bares e restaurantes. Mas é verdade, também, que Natal falhou na recepção dos poucos que vieram para cá. Faltou o carinho adequado para com a nossa infra-estrutura e ninguém quer passar as férias em destino turístico precário.
No entanto, não há período ruim que não se encerre e com seu fim cheguem os bons ventos da prosperidade. E é isso que se espera de 2013. Que ele traga de volta o brilho que a cidade já teve.
O setor de alimentação é um dos que mais emprega em Natal, movimentando uma rede que beneficia muitos: o vendedor de milho para a pipoca, o sorveteiro artesanal, garçons, maîtres, cozinheiros, motoristas que fazem entregas de mercadorias e uma infinidade de outras atividades laborais que você, sentado em uma glamorosa mesa de restaurante, ajuda a financiar todas às vezes que sai de casa com a família para comer fora.
Enfraquecer o setor de alimentação é enfraquecer a economia do Rio Grande do Norte inteira.
(Transcrito do Editorial da Revista Deguste Edição Novembro de 2012 – http://issuu.com/revistadeguste/docs/deguste_nov_2012)

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