Receita Federal notificará 25 mil empresas do Simples Nacional

Revista Deguste

A Receita Federal irá enviar um comunicado a 25 mil micro e pequenas empresas, optantes pelo Simples Nacional, que podem ter declarado valores inferiores ao faturado nos anos de 2014 e 2015. As omissões podem chegar a R$ 15 bilhões de receita bruta. Atualmente, quase 152 mil empresas de micro e pequeno porte do Rio Grande do Norte estão inscritas nesse regime fiscal.

Os comunicados serão disponibilizados automaticamente no momento em que os contribuintes acessarem o Portal do Simples Nacional para gerar o documento de arrecadação mensal do imposto, entre os meses de julho a setembro. Os contribuintes que receberem a notificação, e concordarem com a diferença do imposto que deixou de ser pago, devem retificar o valor dos meses relacionados e pagar ou parcelar a quantia devida.

Não é necessário envio de cópia de documentos para a Receita Federal ou para os demais fiscos como prova de autorregularização. Já os contribuintes que não concordarem com a notificação, ou que já tenham regularizado a situação, não precisarão fazer nada.

As notificações são resultado de uma parceria entre 35 Fiscos das três esferas de governo. Após o mês de setembro, os fiscos federal, estaduais, e municipais avaliarão o resultado do projeto e aprofundarão as análises sobre as empresas que não se autorregularizaram, para identificar quais casos serão indicados para abertura de procedimentos fiscais.

Mutirão dá chance para mulheres denunciarem os maus maridos

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07.07 6º Mutirão Maria da Penha

A Delegacia de Polícia Civil de São José do Mipibu, com o apoio da Diretoria de Polícia Civil da Grande Natal (DPGRAN) realizou, nesta sexta-feira (07), o 6º Mutirão Maria da Penha, onde foi realizado panfletagem com o objetivo de incentivar as mulheres vítimas de violência à denunciar em delegacias, além de audiências. No evento, 48 pessoas foram ouvidas e 52 inquéritos concluídos para serem remetidos à Justiça.

Revista Exame mostra 10 passos para reduzir gastos desnecessários na sua empresa

Revista Deguste

A recessão econômica arrasta-se há anos – e, no meio do caminho, muitas pequenas empresas fecharam as portas. A taxa de mortalidade cresceu: dos 1,8 milhão de empreendimentos lançados em 2014, 600 mil (ou 33% deles) fecharam até o final de 2016.

Para os negócios que ficaram ou abriram há pouco tempo, o trabalho de redução de custos e despesas continua: o cenário para o segundo semestre deste ano envolve turbulência política, dificuldade em aprovação de reformas econômicas, falta de confiança do consumidor e um Produto Interno Bruto (PIB) em levíssima alta.

Boa parte dos empreendedores tem dificuldade em avaliar o peso de seus gastos no orçamento total da empresa, segundo o consultor do Sebrae Felipe Chiconato. “A gente ainda recebe muita demanda sobre o assunto. Muitos empresários não sabem como gerir financeiramente o negócio, e para isso oferecemos vários cursos no tema.”

Joelson Sampaio, professor de Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV), concorda com a afirmação e ressalta que o “calcanhar de Aquiles” dos empreendedores costuma estar nos custos.

“É importante a pequena empresa ter uma boa gestão de clientes [pagamentos a receber], estoque e fornecedores. Isso porque as empresas costumam quebrar por conta do capital de giro [dinheiro que sustenta a operação do negócio], que depende dessas três variáveis”, explica.

Há alguns pontos simples de atenção para quem sente dificuldade em rever as contas da sua empresa – e que podem fazer toda a diferença na hora de enxugar os gastos.

Veja, a seguir, quais são eles:

1 – Confira se você tem os controles essenciais de uma empresa

Antes de tudo, o empreendedor precisa saber se possui o que é preciso para começar a arrumar a casa. Chiconato, do Sebrae, elaborou uma lista de itens de controle financeiro essenciais para sua empresa.

O primeiro item é o registro de venda: saber todos os produtos e serviços que você comercializou e quais contas tem a receber. Lembre-se de que diferentes meios de pagamento, como cartão de crédito ou cheque, pedem diferentes registros – afinal, taxas diferentes incidem sobre eles. Da mesma forma, registre também as contas a pagar.

Com isso, você faz o controle de caixa, chamado por Chiconato de “dedo-duro”: tudo que entra e sai diariamente na empresa é registrado. Juntando isso às contas que serão computadas no futuro (aquelas parcelas negociadas com fornecedores e clientes), você terá o fluxo de caixa – uma ferramenta que permite projetar cenários, como uma “bola de cristal” da sua empresa. Negócios: Veja com a Soften os erros mais comuns no fluxo de caixa que sua empresa deve evitar Patrocinado

O último item essencial para a gestão financeira da empresa é uma Demonstração de Resultados do Exercício (DRE). É por meio dele que serão calculados indicadores como ponto de equilíbrio, margem e lucro – além do gasto total de cada custo ou despesa da sua empresa sobre o lucro. A DRE deve ser feita mensalmente e, depois, um consolidado por trimestre ou ano. A partir daí, é possível elaborar metas financeiras para seu negócio.

2 – Renegocie com seus fornecedores

Com a organização feita, é hora de começar a cortar gastos. O primeiro passo é reavaliar os contratos já firmados com seus fornecedores. A época de crise é ideal para pedir um prazo maior de pagamento ou descontos sobre um pagamento à vista, já que o medo que o fornecedor tem da inadimplência é maior do que as facilidades que podem ser oferecidas.

“Negocie bastante com seus fornecedores, sempre buscando o melhor preço. Isso é algo que pode ser feito a qualquer momento do negócio, e essencial para o capital de giro do empreendedor”, ressalta Sampaio, da FGV.

3 – Reavalie desperdícios, do estoque às horas extras

Não basta renegociar fora da sua empresa: outra maneira simples de cortar seus gastos é reavaliar todos os processos da sua empresa. Muitos empreendedores se surpreendem com quão caro pagam por coisas simples.

“É muito comum o gasto desnecessário em materiais, como folhas de papel, ou com produtos sobrando no estoque. Preste atenção nos valores das coisas pequenas, que costumam ser ignoradas, e veja o impacto que isso terá no todo”, recomenda Chiconato, do Sebrae.

Já Sampaio recomenda ter atenção com custos como horas extras de funcionários. “A hora extra é um custo significativo para as empresas que trabalham com tal política.”

Uma alternativa possível, segundo o docente da FGV, é fazer um banco de horas. O funcionário pode usar as horas extras de trabalho no mesmo ano – que é o que permite a lei –, quando a empresa tiver menos fluxo de trabalho. O empreendedor, assim, não paga os adicionais que uma hora extra teria.

4 – Repense sua política de pagamentos

Da mesma maneira que você negociou com seus fornecedores e com seus funcionários, estabelecer novas políticas com seus clientes pode ser uma maneira simples de cortar gastos na sua empresa.

Será que você não está no vermelho por que parcela em muitas vezes, demorando a colher o que plantou? Ou, pior ainda: será que você não está no vermelho porque usa formas de pagamento que dão muita chance aos inadimplentes?

“Tome cuidado com sua política de crédito e em aceitar pagamentos a prazo. Prefira pagamentos mais seguros, como cartão de débito. Não aceite meios de pagamentos que envolvam risco, como cheques e fiado”, aconselha Chiconato.

5 – Descubra os produtos “vilões” do seu capital de giro

Uma outra maneira de evitar gastos futuros é não comprar produtos que vendem pouco e ficam parados no estoque – gerando tanto uma despesa inicial quanto uma despesa de armazenamento. “Às vezes, a empresa não tem gestão de estoque e o item encalha, em vez de circular. Produto parado é ruim para a saúde financeira da empresa”, diz Sampaio.

6 – Tenha uma nova estratégia de descontos

Ainda falando sobre clientes: muito cuidado ao dar descontos. Se mal planejados, eles podem corroer sua margem de lucro e deixar seu negócio em um grande paradoxo: quanto mais vendas ele fizer, mais no vermelho estará.

Chiconato, do Sebrae, dá um bom truque na hora que seu consumidor vier pedir um desconto. Quando ele pedir um desconto de 10% sobre uma venda de 500 reais, por exemplo, ofereça no lugar um produto de 50 reais como brinde.

Para o cliente, parece a mesma coisa. Porém, para você, o produto custou menos de 50 reais para ser produzido: ou seja, você está dando menos do que o pedido e ainda pode limpar o estoque dos “vilões” do item anterior.

7 – Terceirize o que valer a pena ser terceirizado

O debate sobre terceirização está acalorado nos últimos tempos. Mas, independente do resultado que uma nova lei da terceirização terá, ela continua sendo uma opção a ser considerada especialmente nas atividades-meio, como já funciona atualmente. Saiba mais: A Xerpa mostra o que muda com a lei da terceirização Patrocinado

O empreendedor pode avaliar se terceirizar áreas de suporte oferecerá uma redução de gastos, como é o caso do setor de Tecnologia da Informação (TI).

“Pelo regime de terceirização, a despesa é apenas com uma empresa e com relação contratual específica, evitando custos trabalhistas posteriores”, argumenta Paulo Chabbouh, CEO da empresa de soluções tecnológicas L5 Networks.

8 – Não deixe que a comodidade o domine

Um grande vilão do orçamento de uma empresa é a falta de planejamento. Sem ele, os gastos são feitos em cima da hora – o que acarretará em uma conta maior no final do mês.

Chiconato, do Sebrae, dá um exemplo. Imagine um dono de restaurante que não se planejou bem e, por isso, faltou feijão em seu estabelecimento. No desespero, ele vai comprar em um comércio próximo – e não no atacadista de sempre.

A comodidade é maior e o preço também. Tenha muito cuidado para que a falta de planejamento não se torne um hábito confortável – mas que pode quebrar o negócio, em longo prazo.

9 – Cuidado com os “combos”

Um outro cuidado para não acumular gastos desnecessários é na contratação de “combos”, desde os clássicos planos de telefonia até os serviços bancários.

“Avalie se sua empresa precisa mesmo de uma TV à cabo ou de tantos minutos de ligação. Tome muito cuidado para não acabar pagando por algo desnecessário, ainda que o valor por minuto dos combos pareça mais atraente”, recomenda Chiconato.

Da mesma forma, é preciso ter cuidado ao negociar um pacote de serviços bancários – você pode pagar por um plano para 50 transferências quando só usa dez por mês, por exemplo.

Por fim, procure em mais de um banco para conferir taxas e ter poder de barganha em uma negociação. “Às vezes, a empresa depende de um único fornecedor de crédito, e isso pode ser ruim. O empreendedor não verifica se há linhas de crédito melhores no mercado”, afirma Sampaio, da FGV.

10 – Aposte na internet e na nuvem para poupar em gastos comuns

Para terminar, uma dica simples para cortar gastos na sua empresa é participar de vez da revolução tecnológica: faça pela internet tudo que puder ser feito sem grande prejuízo.

É o caso de conferências, por exemplo. “Isso evita viagens curtas e longas, sem contar que permite ter mais reuniões no dia, aumentando as oportunidades de negócio”, afirma Chabbouh, da L5 Networks.

Também há aplicativos de telefone que dependem apenas de conexão à internet para funcionar – e, assim, dá para fazer ligações a qualquer lugar do mundo por um custo bem menor e com controle por meio de arquivos salvos na nuvem.

Para quem se interessou, vale a pena pesquisar mais sobre o software softphone, que permite fazer chamadas online. Serviços como o Skype fazem uso de um protocolo específico de softphone, por exemplo.

Fonte: Exame

Sem segurança, não há desenvolvimento, destaca especialista no Motores do RN

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Sem segurança pública não haverá desenvolvimento e cidadania no país. A afirmação foi do secretário de Segurança de Goiás, Ricardo Brisolla Balestreri, durante palestra no seminário “Motores do Rio Grande do Norte”, no auditório da Casa da Indústria, na manhã desta segunda-feira, 03. O seminário reuniu autoridades do setor, empresários, integrantes do Ministério Público, professores universitários e parlamentares, que acompanharam a discussão sobre o tema.

O seminário teve a participação do presidente da FIERN, Amaro Sales de Araújo, da reitora da UFRN, Ângela Paiva; do presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz; do presidente da Fetronor, Eudo Laranjeiras; do procurador-geral de Justiça, Eudo Rodrigues Leite; dos senadores Garibaldi Filho e Fátima Bezerra; dos deputados Hermano Morais, Márcia Maia e Fernando Mineiro; da vereadora Eleika Bezerra; do superintendente do Banco do Brasil, Ronaldo Oliveira; do presidente da Cosern, Luiz Antonio Ciarlini; da secretaria de Defesa Social, Sheila Freitas; e do comandante da Polícia Militar, André Luiz Bezerra.

Empresas familiares predominam no mercado potiguar, diz Sebrae

Revista Deguste

Mais da metade das empresas de micro e pequeno porte no Brasil são familiares, ou porque tem sócios com algum grau de parentesco ou por ter alguém da família dos proprietários como funcionário. 52% dos pequenos negócios do país têm esse perfil. No Rio Grande do Norte, as empresas com parentes representam 42% dos negócios de pequeno porte, o maior percentual registrado entre todos os estados. A constatação é de um estudo feito pelo Sebrae e divulgado nesta semana, mostrando a realidade da gestão das empresas brasileiras. O levantamento revela ainda que, curiosamente, quanto maior o porte do negócio, maior é a participação de familiares. A pesquisa, realizada no fim do ano passado, ouviu 6.617 empresários desse segmento.

O estudo indicou que um quarto dos entrevistados têm como sócio algum familiar e pouco mais de um quinto das empresas tem algum empregado que é parente de algum dos sócios da organização. Negócios entre familiares tendem a gerar uma relação de confiança, o que leva muitos empreendedores a envolver pessoas da família, seja como sócios ou mesmo como empregados.

Contudo, é fundamental ter alguns cuidados para evitar conflitos e erros históricos, como misturar o financeiro da empresa com as finanças pessoais, não remunerar adequadamente o empregado por ser um membro da família, oferecer função incompatível com o perfil profissional e conceder privilégios ao parente, em detrimento dos demais funcionários.

Empresa condenada por não fornecer guias do seguro-desemprego

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A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) manteve inalterada a sentença da 4ª Vara do Trabalho de Mossoró que condenou a empresa C. DE. O. Revoredo – ME ao pagamento de indenização substitutiva do seguro-desemprego, equivalente a três cotas.

O relator do processo, desembargador Eridson João Fernandes Medeiros, não acatou a alegação da empresa de que o ex-funcionário trabalhou apenas oito meses  e, por esse motivo, não preencheria os requisitos legais para receber o seguro-desemprego.

Para o desembargador, ao empregador caberia apenas fornecer as guias para habilitação ao benefício. “Se o empregado vai ou não conseguir receber o benefício, por preencher os requisitos legais para tanto, depende da análise do Ministério do Trabalho e Emprego”, concluiu Eridson Medeiros.

No entendimento do magistrado, ao não fornecer as guias ao ex-empregado, a empresa causou prejuízo direto ao trabalhador, que perdeu o prazo legal para se habilitar ao benefício. Daí o motivo da condenação.

O voto do relator foi acompanhado pelos demais desembargadores da 2ª Turma do TRT-RN.

Recurso Ordinário nº 0000997-72.2016.5.21.0014

Agenda cultural Lei Djalma Maranhão

Revista Deguste
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As férias escolares de julho estão a todo vapor em Natal. E as opções de lazer e diversão são variadas para o fim de semana graças ao incentivo da Prefeitura do Natal, através da Lei Djalma Maranhão. Dança, humor, música, apresentações para a criançada e shows estão na programação a partir deste sábado (8).
O Programa Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura é hoje o principal mecanismo de produção cultural em Natal. Graças à renúncia anual de impostos municipais (ISS e IPTU), a cadeia produtiva da cultura em Natal produz os mais destacados projetos nas mais variadas áreas.
Confira a agenda para sábado (8) e domingo (9) em Natal:
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SÁBADO – DIA 8– ESPAÇO JESIEL FIGUEIREDO “BATALHA DO VINHO”
No Espaço Cultural Jesiel Figueiredo (Gramoré), a partir das 20h, tem mais edição da “Batalha do Vinho”. Trata-se de um duelo entre Mcs e Djs que reúne diversas tribos de artes urbanas na Zona Norte de Natal. Desde o hip hop, rap, passando pela sonoridade regional, grafitti e skate.INÍCIO: 19h. ENTRADA FRANCA
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SÁBADO – DIA 8 – PARQUE DAS DUNAS- DANÇANDO NAS DUNAS
A atração do Dançando nas Dunas de sábado (8) será com a Cia. de Dança do Teatro Alberto Maranhão – CDTAM, homenageando o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, com o espetáculo Gonzagando. A direção artística de Wanie Rose e as coreografias de Juarez Moniz e Gustavo Santos fazem uma fusão entre danças contemporâneas e populares que serão executadas. INÍCIO: 16H30. ENTRADA FRANCA
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DOMINGO – DIA 9– PARQUE DAS DUNAS- BOSQUE ENCENA
O Bosque Encena de domingo (9), terá os divertidos palhaços Bisteca e Bochechinha, apresentando o espetáculo “A Alegria Chegou!”. Os palhaços reúnem música, dança, teatro, circo e muito humor usando uma linguagem saudável onde desperta a criatividade das crianças, além de contarem com as participações especiais do boneco Floquinho e o mágico Bisteskovski! INÍCIO: 10h. ENTRADA FRANCA
DOMINGO – DIA 9– PARQUE DAS DUNAS – SOM DA MATA
O Som da Mata apresenta a lenda da música potiguar Jubileu Filho com seu Quarteto. O show acontece no  Anfiteatro Pau-brasil, no Parque das Dunas, a partir das 16h30, com entrada franca. Jubileu é multi-instrumentista: guitarrista, violinista, baixista, trompetista, compositor, cantor e arranjador e trabalha no projeto do Quarteto formado com Darlan Marley (bateria), Erick Firmino (contrabaixo) e Cacá Veloso (guitarra e violão). INÍCIO: 16H30. ENTRADA FRANCA
DOMINGO – DIA 9– ARENA DAS DUNAS– MERCADO DAS PULGAS
O Mercado das Pulgas está de volta ao pátio da Arena das Dunas neste domingo (9). Para a criançada tem a “Cia Era Uma Vez”, apresentando o espetáculo “Especial de São João” . O espetáculo reúne música, quadrilha improvisada e a escolha do rei e da rainha do milho. Às 19h tem show da banda Rojão. O grupo recria clássicos dos ritmos nordestinos, dando uma nova roupagem através de arranjos e suingues que não deixam ninguém parado. Feiras de antiguidades, artesanatos, exposição de carros, brechós, bazar, sebos, praça de alimentação, parque, espaço para os pets e práticas esportivas, como skate, patins e bicicleta. INÍCIO: 15H. ENTRADA FRANCA.

Escola de Jovens Líderes divulga primeira lista de selecionados

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