Cônsul comercial dos EUA abre diálogo sobre parcerias com a FIERN

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O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, recebeu o novo cônsul comercial dos Estados Unidos para o Nordeste, Geoffrey Stewart Bogart, que estava acompanhado do especialista do programa SelectUSA, André Leal. Na ocasião, houve um diálogo sobre possibilidades de parcerias e intercâmbios entre a Federação das Indústrias e o Consulado norte-americano. O vice-presidente da FIERN, Pedro Terceiro, o diretor primeiro secretário, Roberto Serquiz, o segundo tesoureiro, José Nobrega, e o segundo secretário, Djalma Barbosa Cunha também participaram da reunião.

“Esse diálogo com o cônsul comercial é oportuno e poderá levar a novas aproximações da indústria do Rio Grande do Norte com os Estados Unidos”, afirmou o presidente da FIERN. Ele citou que durante o encontro ficaram claras as possibilidades de parcerias nas áreas de educação, eventos de negócios, missões empresarias e estudos sobre empreendimentos em infraestrutura.

“Tudo isso também com possibilidade de levarmos delegações aos Estados Unidos para feiras e rodadas de negócios e eles também possam nos visitar”, disse Amaro Sales. Os representantes dos Estados Unidos confirmaram que estarão presentes no EINNE – Encontro Internacional de Negócios do Nordeste, em novembro. Ele citou que poderá ser feito, no âmbito destas parcerias, um estudo sobre a melhor localização para um segundo porto no litoral do Estado.

Amaro Sales acrescentou que poderá levar também empresários dos EUA e representantes da área comercial do consulado ao Conselho Temático de Micro e Pequenas Empresas (Compem) da Confederação Nacional da Indústria, do qual ele é presidente.

Na reunião desta sexta-feira, na Casa da Indústria, Geoffrey Bogart destacou as possibilidades e prioridades de negócios do consulado americano nas áreas de saúde, tecnologia e energia renovável. Ele conheceu o potencial econômico do Rio Grande do Norte nestes setores e afirmou que o diálogo e as iniciativas deverão prosseguir para a aproximação tenha resultados cada vez mais promissores.

 

(Com informações da Assessoria de Imprensa da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte)

60 mil vistos de cidadãos mulçumanos já foram cancelados por Trump

Revista Deguste

O Governo Trump já cancelou 60 mil vistos de imigração de cidadãos mulçumanos, divulgaram as autoridades americanas para contrapor a informação de que já teriam sido 100 mil pessoas.

Quem está dentro dos Estados Unidos e teve o visto cancelado, pode permanecer no País. Mas quem sair, não pode mais voltar.

Quem já estiver estiver fora, não pode entrar.

Fonte: Folha Uol.

Donald Trump: o cumpridor de promessas

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Foto: Gazeta Online

Foto: Gazeta Online

O presidente do Estados Unidos, Donald Trump, começou a cumprir as promessas feitas na campanha eleitoral.
Ontem, 25 de janeiro, assinou decreto para a construção do muro com o qual tentará impedir a entrada de imigrantes ilegais do México para os Estados Unidos.

Até agora Trump tem cumprido as promessas que o levaram à Casa Branca.

Em discurso de posse, Trump diz que os políticos dos EUA prosperaram enquanto o povo empobreceu

Revista Deguste
Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos neste dia 20 de janeiro de 2017

Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos neste dia 20 de janeiro de 2017

O discurso de posse de Donald Trump foi forte contra a classe política e o status quó.

Condenou o mercado das drogas e disse que o que importa realmente é que o povo controle o Governo e não um ou outro partido.

“O crime, as gangues e as drogas roubaram muitas vidas. Essa carnificina americana termina agora”, disse, depois de enfatizar que há muitas famílias em estado de pobreza, principalmente no interior do país.

Fonte: Notícias do Bol – https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2017/01/20/trump-faz-juramento-e-se-torna-o-45-presidente-da-historia-dos-eua.htm

Trump, o germofóbico

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Foto publicada pela Folha de São Paulo

Foto publicada pela Folha de São Paulo

Tentar contrapor Donald Trump com escândalos e baixaria não adianta.

Os divulgadores de notícias de baixarias vão pelejar e não vão conseguir atingir Trump com notícias de escândalos, insinuações de tramas conspiratórias, orgias com mulheres.

Não adianta.

Ele já provou que transita bem no mundo do sensacionalismo e da truculência. Às vezes até gosta disso e, quando reage, cava mais baixo do que quem tentou atingi-lo.

Trump ganhou a presidência com arrogância, ignorância e atitudes politicamente incorretas. E seus opositores parecem querer derrubá-lo antes mesmo dele tomar posse. Mas, ao que parece, com escândalos, está difícil. O melhor é apostar na economia. Se Trump for mal na economia perde o apoio popular e cai.

Qualquer um cai.

O bolso vazio e a falta de perspectiva financeira em uma sociedade consumista como a americana é o maior opositor de qualquer presidente.

Obama dá tchau à presidência com pontada de recalque contra Trump

Revista Deguste
O tchau de Obama.

O tchau de Obama.

(Foto de John Gress/ Reuters – publicada no jornal O Globo)

O presidente Barack Obama fez seu último discurso como mais importante chefe de Estado do mundo deixando a sensação de uma pontinha de recalque com a vitória do oponente Donald Trump. Na reportagem sobre o tema, publicada no jornal O Globo, ficou a impressão de que Obama sai do poder menor do que entrou. Muita retórica sobre esperança e medo de retrocessos. A impressão que eu tenho é que o mundo não está nem melhor nem pior após seus oito anos na Casa Branca. Tudo do mesmo jeito.

Por mais importante que seja, por mais simpático que pareça, a ninguém deve ser dado o poder perpétuo. A alternância é excelente para o aprendizado dos grupos oponentes. E só há vitórias e vitoriosos se houver alternância.

Ao que parece, a chegada de Trump será um choque para certos setores da sociedade. Se Trump tiver juízo, vai deixar o discurso beligerante de lado, adotar uma política conservadora na economia, construir oportunidades de empregos e aumentar a renda de quem estiver empregado nos Estados Unidos. O que move o mundo são os interesses de sobrevivência econômica.

Todos os mundos. No macro e nos micro interesses.

Se Trump acertar na economia, será bom tanto para quem o apoia como para quem, por ideologia estrutural, o combate.

Obama foi um bom presidente. Deu às camadas economicamente menos favorecidas (lá nos EUA e em outros lugares do mundo), a esperança de que é possível vencer política e socialmente. Não precisava deixar a Casa Branca com a imagem do recalque de que ficou cabisbaixo ou incomodado com a vitória do outro.

Como dizem por aqui, “deixe o homem começar a trabalhar”. Parte do povo americano votou em Trump e merece o mesmo respeito de quem não votou.

Caso Trump seja tão ruim como dizem (e como ele se esforça para parecer que é), a democracia americana vai removê-lo do poder. Seja em quatro anos, seja em menos tempo.