Indústria cerâmica do RN presente na CasaCor 2017

CasaCor-TMelo-2-300x199

A indústria cerâmica do Rio Grande do Norte está presente na edição 2017 da CasaCor. Produtos de cerâmica vermelha estão no muro da fachada, que foi construído todo em tijolo aparente, e também o painel cerâmico do hall de entrada.

“Pela primeira vez estamos participando deste evento, que traz vários ambientes de uma casa, mostrando as tendências em arquitetura, urbanismo e decoração, e que os produtos de cerâmica vermelha também podem ser usados de forma inovadora e criativa”, disse o Diretor-presidente da Cerâmica T. Melo, e vice-presidente da FIERN, Pedro Terceiro de Melo.

Zauleide Queiroz, da Sterbom, reeleita para o Sindisorvetes

Compartilhe Viagens
Zauleide Queiroz é fundadora da Sterbom

Zauleide Queiroz é fundadora da Ster Bom

A empresária Zauleide Queiroz, uma das donas da Ster Bom, foi reeleita para um segundo mandato no Sindicato da Indústria de Sorvetes, Congelados e Derivados do Rio Grande do Norte. Ela explicou que durante o primeiro mandato concentrou-se na reorganização do Sindicato e na montagem de estratégias para alavancar o numero de associados.

Segundo a empresária, a expectativa para o novo mandato é colocar essas estratégias em ação e atrair mais empresas do ramo para fortalecer o Sindicato e as próprias indústrias.

“A dificuldade de atrair novos associados se dá principalmente por não conhecerem os benefícios que o Sindicato e a FIERN proporcionam. Portanto é importante montar estratégias para levar ao conhecimento do que podemos fazer em beneficio de todos, e podermos nos unir para superar a crise financeira que assola o país atualmente”, disse Zauleide Queiroz.

Presidente: Zauleide de Queiróz Leite
Vice-presidente: Sílvio Torquato Fernandes
1ª Secretária: Maria de Fátima Marques Freire
2ª Secretária: Cleide Nogueira de Faria
1ª Tesoureira: Ana Cristina de Araújo Lima
2ª Tesoureira: Tatiana Werner Gabriel Valença
Conselho Fiscal – Efetivos
José Maria da Silva
Paulo Tenório Jales Silva
Pedro Silvério Freire
Conselho Fiscal – Suplentes
Leandro Dantas Neto
José Carlos Machado Roessler

Delegados Representantes junto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN

Delegado Efetivo: Sílvio Torquato Fernandes
Delegado Suplente: Antônio Leite Jales

Com informações do site da Fiern.

Mais imposto é sinônimo de menos emprego, diz presidente da CNI

Revista Deguste

Outro aumento de impostos será mais um retrocesso para o Brasil e frustrará as expectativas de que 2018 seria melhor do que 2017. A avaliação é do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade.

“Um eventual aumento dos tributos ampliará a recessão, pois retirará recursos do consumo, da produção e da geração de empregos”, disse Andrade ao comentar a possibilidade de o governo federal criar uma nova alíquota de Imposto de Renda para pessoa física e rever desonerações e o Reintegra, programa que restitui parte dos tributos pagos pelos exportadores.

Com informações do site da FIERN.

Nível de atividade da construção suaviza queda em abril, diz Fiern

Compartilhe Viagens

construcao_civilA Sondagem Indústria da Construção do Rio Grande do Norte, elaborada pela FIERN, aponta que, no mês de abril, a atividade do setor registrou recuo menos intenso e, ficou abaixo do padrão usual para o período, tendência que se repete ininterruptamente desde fevereiro de 2013.

Acompanhando o desempenho negativo da atividade, o número de empregados também caiu, mantendo o movimento de baixa que vem sendo observado desde outubro de 2013. O nível médio de Utilização da Capacidade de Operação (UCO), por sua vez, subiu de 42% para 44%, dez pontos percentuais inferior à média histórica para meses de abril.

É importante registrar, ainda, que, mesmo em um cenário negativo, alguns indicadores da Sondagem estão em posição menos desfavorável do que em abril de 2016. São eles: nível de atividade e número de empregados em relação ao mês anterior; e expectativas para os próximos seis meses quanto ao número de empregados, aos novos empreendimentos/serviços e à intenção de investimentos.

Em maio, as expectativas dos empresários potiguares em relação aos próximos seis meses são de estabilidade no nível de atividade e de pessimismo quanto à contratação de novos empreendimentos e serviços, às compras de insumos e matérias-primas e ao número de empregados. Já a intenção de investimento voltou a subir – aumento de 4,9 pontos na comparação com abril -, atingindo o maior valor desde janeiro de 2015, quando o indicador foi de 40,6 pontos.

Comparando-se os indicadores avaliados pela Sondagem Indústria da Construção potiguar com os resultados divulgados dia 25/05 pela CNI para o conjunto do Brasil, observa-se que, de um modo geral, as avaliações convergiram, com a diferença de que os empresários nacionais apontaram estabilidade na utilização da capacidade de operação (UCO).

Com informações do site da Federação das Indústrias do RN

Fiern repercute comunicado à nação da Confederação Nacional das Indústrias

Revista Deguste

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte reproduziu em seu site uma nota pública nacional da Confederação Nacional das Indústrias.

Eis a íntegra:

“O Brasil precisa de estabilidade política e econômica para voltar a crescer, gerar empregos e renda e melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, especialmente dos mais de 14 milhões que sofrem com o desemprego.

Neste momento de incertezas e instabilidade, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e as Federações das Indústrias dos estados reiteram sua confiança nas instituições brasileiras. Temos a convicção de que os poderes da República serão capazes de solucionar a atual turbulência com serenidade, equilíbrio e espírito público, em estreita observância da Constituição Federal.

A indústria brasileira entende que não pode haver retrocessos nos avanços duramente conquistados nos últimos meses. Por isso, o Congresso Nacional precisa dar continuidade às reformas estruturais, que são fundamentais para recolocar o país no rumo certo.

As reformas trabalhista, previdenciária, tributária e política são imprescindíveis e têm de continuar avançando.

Acreditamos no futuro da nação. Temos certeza de que, com trabalho e perseverança, construiremos o país no qual os brasileiros merecem viver.

O Brasil não pode parar.
Robson Braga de Andrade
Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)”

Prédio da CNI - Brasília(DF), 14/03/2016

Prédio da CNI – Brasília(DF), 14/03/2016

Curso ensina empresários a evitar problemas trabalhistas

Compartilhe Viagens

A FIERN realizará dia 16 de maio, das 8h30 às 17h30, no SENAI CE Ítalo Bologna, em Mossoró/RN, o curso “Como Evitar Problemas Trabalhistas?”, tendo como públicos-alvo presidentes de sindicatos, empresários do setor industrial, gestores de recursos humanos e outros profissionais de empresas industriais.

Sindicato do Sal do RN escolhe novo presidente

Revista Deguste

souto_05052017

Sindicato das Indústrias da Extração de Sal do Estado do Rio Grande do Norte (SIESAL) elegeu nesta quinta-feira, 04 de maio, a sua nova Diretoria, que tem como presidente o industrial Francisco Ferreira Souto Filho e vice-presidente Aírton Paulo Torres.

DIRETORIA ELEITA DO SIESAL – MANDATO: 2017/2020

Diretoria Efetiva

Presidente: Francisco Ferreira Souto Filho

1º Vice-presidente: Aírton Paulo Torres

2º vice-presidente: Herbert de Souza Vieira Júnior

Secretário: Marcos Roberto Alves

Tesoureiro: Jerônimo Tasso de Góis Rosado
Conselho Fiscal – Efetivos
Luiz Guilherme Santiago
Maria da Conceição Praxedes Fernandes
Davi Alves de Lima

Conselho Fiscal – Suplentes
Fernando Galvão de Almeida Rodrigues
Elviro do Carmo Rebouças

Delegados Representantes junto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN – Delegados Efetivos
Francisco Ferreira Souto Filho
Aírton Paulo Torres

Delegados Representantes junto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN – Delegados Suplentes
Herbert de Souza Vieira Júnior
Gregório Jales Rosado

Atividade industrial potiguar cresce após 6 meses de contração

Compartilhe Viagens

thumbnail_sondagemmarco2017

A Sondagem das indústrias Extrativas e de Transformação do Rio Grande do Norte, elaborada pela FIERN, mostra que a indústria potiguar registrou aumento da produção em março na comparação com o mês anterior – após registrar queda por seis meses consecutivos.

Acompanhando o desempenho positivo da produção, o nível médio de utilização da capacidade instalada (UCI) passou de 65% para 68% entre fevereiro e março, mas foi considerado pelos empresários consultados como abaixo do padrão usual para meses de março, comportamento que se vem repetindo ininterruptamente desde setembro de 2011. O número de empregados, por sua vez, registrou queda, mantendo a tendência que vem sendo observada desde fevereiro de 2014.

Com informações do site da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte.

Fiern divulga “8 mitos e verdades sobre a Previdência”

Revista Deguste

maxresdefault

Todos os países que reformaram os sistemas de Previdência Social enfrentaram resistências e protestos. O mesmo ocorre atualmente no Brasil. Há uma série de grupos e instituições, como é o caso da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que são favoráveis às mudanças propostas pelo governo nas regras de acesso às aposentadorias e pensões. Mas há grupos que são contrários à reforma. Em meio às divergências, surgem informações imprecisas que, em vez de esclarecer a população, prejudicam o debate sobre o tema. Para contribuir com as discussões, a Agência CNI de Notícias preparou uma lista com oito mitos e verdades sobre o tema. Confira:
1. A reforma da Previdência é desnecessária.
Isso é um mito. A reforma da Previdência é necessária para equilibrar as contas públicas e garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no longo prazo. A Previdência Social no Brasil é baseada em um pacto de gerações, em que quem está na ativa sustenta o benefício de quem está fora do mercado de trabalho. O problema é que todas as projeções indicam que, em breve, o número de pessoas que receberá o benefício será maior do que os que contribuem. Isso porque a expectativa de vida do brasileiro está aumentando. Subiu seis anos nos últimos 15 anos. Passou de 69,8 anos em 2000 para 75,5 anos em 2015. Com isso, o número de idosos também aumentou. Em 2010, os 19,6 milhões de idosos brasileiros representavam 10% da população. A projeção do IBGE é que o número de idosos no Brasil alcançará 66,5 milhões, ou 29,3% da população em 2050. Além disso, a taxa de natalidade está caindo e, dentro de aproximadamente 13 anos, o número de pessoas com mais de 60 anos ultrapassará o de crianças de zero a 14 anos. Os idosos representarão 18% dos brasileiros, enquanto as crianças 17,6%, estima o IBGE. Ou seja, no futuro próximo, o número de pessoas que contribuem para a Previdência será inferior ao dos que recebem aposentadorias e pensões. Isso tornará o sistema insustentável.
2. A Previdência Social não tem déficit.
Isso também não é verdadeiro. No ano passado, o déficit da Previdência do setor privado e dos servidores públicos atingiu 305,43 bilhões. O sistema de Previdência Social oficial brasileiro é formado pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e pelos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). O RGPS é financiado pelas contribuições dos trabalhadores e empregadores das empresas privadas. O Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) é financiado pelas contribuições dos servidores públicos da ativa, dos aposentados e pensionistas e pelos aportes dos entes federativos (União, estados ou municípios). Ou seja, os sistemas público e privado de Previdência são separados. Mas ambos têm problemas. Conforme dados do Tesouro Nacional, o RGPS, dos trabalhadores do setor privado, teve déficit de R$ 149,73 bilhões em 2016. O RPPS, dos funcionários públicos de municípios, estados e União, ficou negativo em R$ 155,7 bilhões. Juntos, os dois sistemas tiveram um déficit de R$ 305,43 bilhões.
3. O bônus demográfico do país está acabando e isso terá impacto sobre as contas da Previdência.
É verdade. A previsão é que o bônus demográfico do Brasil termine por volta de 2024. Isso ocorrerá porque há a redução da taxa de fecundidade e o aumento da expectativa de vida dos brasileiros. O bônus demográfico é a situação em que há um grande contingente da população em idade ativa e um número menor de idosos e crianças, o que facilita o crescimento econômico. Em 2015, por exemplo, para cada grupo de cem pessoas em idade ativa, havia 11,5 idosos. Em 2060, a estimativa mostra que haverá 44,4 idosos para cada grupo de cem pessoas ativas. Com o fim do bônus demográfico, o número de pessoas contribuindo para a Previdência será menor do que os que recebem os benefícios, o que aumentará ainda mais o déficit do sistema.
4. Sem a reforma, o governo terá de aumentar os impostos.
É verdade. As despesas com pagamentos de aposentadorias, pensões e benefícios para aposentados e pensionistas dos setores privado e público já representam metade dos gastos do governo. Projeções do Ministério do Planejamento mostram que, neste ano, as despesas previdenciárias serão equivalentes a 55% dos gastos do governo. Em 2026, 82%. Para garantir o pagamento dos benefícios e das aposentadorias, a saída será o aumento das contribuições à Previdência dos trabalhadores, das empresas e dos servidores públicos. Estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) indicam que, sem a reforma, a alíquota de contribuição sobre a folha de pagamento terá de subir para 50% em 2060, o que terá grande impacto sobre o emprego formal no país. Outra alternativa será aumentar os impostos para eles cubram odéficit cada vez maior da Previdência.
5. Sem a reforma, aposentados e pensionistas correm o risco de não receberem o benefício no futuro.
Esse risco é real. Como as despesas continuarão aumentando mais do que as receitas, as contas da Previdência ficarão cada vez mais desequilibradas e o déficit será insustentável. Com isso, há o risco de o governo não ter condições de pagar os benefícios em dia ou integralmente. Isso já ocorre no Rio de Janeiro. No ano passado, o estado quebrou e teve de atrasar ou parcelar o pagamento dos benefícios aos servidores aposentados e os pensionistas. Para tentar resolver uma crise profunda, desencadeada pelo desequilíbrio das contas públicas, recentemente a Grécia foi obrigada, entre outras medidas, a mudar o sistema de Previdência. O país reduziu em 12% as aposentadorias superiores a 1.300 euros e aumentou a idade mínima para a aposentadoria das mulheres para 65 anos. Com a reforma, o tempo de contribuição para uma aposentadoria integral subiu de 37 para 40 anos.
6. Ao fixar a idade mínima para aposentadoria em 65 anos para homens e mulheres, a reforma desconsidera a expectativa de vida das regiões mais pobres.
Na verdade, o cálculo de expectativa de vida considera a mortalidade infantil, que é alta nas regiões mais pobres, e a mortalidade dos jovens pela violência. Com isso, a expectativa média de vida dos brasileiros é de 75,5 anos. No entanto, para a Previdência é mais importante considerar a expectativa de sobrevida da população, que é o número de anos que a pessoas viverão a partir da idade em que se aposentam.
Atualmente, as pessoas que completam 65 anos no Brasil vivem, em média, mais 18,4 anos, estima o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas regiões mais pobres, a média de sobrevida é de 16 anos e, nas mais ricas, de 22 anos. Aos 65 anos, a expectativa média de sobrevida das mulheres é de 19,8 anos e a dos homens de 16,7 anos. Ou seja, ao parar de trabalhar aos 65 anos, os homens poderão usufruir da aposentadoria por 16,7 anos e as mulheres por 19,8 anos.
7. A idade mínima de 65 anos para a aposentadoria prejudica os trabalhadores de baixa renda.
Esse é outro mito. Hoje, a maioria dos trabalhadores urbanos de baixa renda já se aposenta com 65 anos ou mais. Embora comecem a trabalhar cedo, as pessoas de baixa renda atuam muito tempo no mercado informal e têm dificuldades para comprovar o tempo mínimo de contribuição antes de completar a idade mínima.
8. O trabalhador só se aposentará se contribuir por 49 anos para a Previdência.
Esse é outro mito. Conforme a reforma, os trabalhadores que completarem 65 anos de idade e 25 anos de contribuição à Previdência pode se aposentar, e o valor da aposentadoria será equivalente a 76% do salário de contribuição. Essa taxa aumenta 1 ponto percentual a cada ano a mais de contribuição. Portanto, para chegar a 100% do salário de contribuição, será necessário somar 49 anos de contribuição. A aposentadoria, no entanto, nunca será inferior a um salário mínimo. Isso significa que uma pessoa que recebeu um salário mínimo durante todo o período de contribuição tem esse valor garantido, independentemente do momento em que se aposentar. Atualmente, 68,6% dos beneficiários do INSS recebem um salário mínimo. Então, a regra não será aplicada à maioria dos brasileiros. Nos países europeus, a média das aposentadorias equivale a 56% dos salários de contribuição.

FIERN promove curso sobre Negociação Internacional

Compartilhe Viagens

O Centro Internacional de Negócios do Rio Grande do Norte (CIN/FIERN), em parceria com o SEBRAE/RN, promove curso Negociação Internacional: como prospectar mercados no exterior. O objetivo é trabalhar competências e discutir pontos de vista sobre negociações internacionais e a importância da prospecção de mercados na estratégia de internacionalização das empresas.

Com carga horária de 8 horas, o curso acontecerá no dia 06 de abril de 2017, no auditório do primeiro andar da Casa da Indústria, em Lagoa Nova/RN, com o palestrante Gustavo do Vale.

As inscrições para o curso são on-line através deste link. Informações pelos telefones: (84) 3204-6309 | 3204-6364.