Agripino faz discurso em Brasília e cita a saúde de Natal

Em seu primeiro discurso na volta do recesso parlamentar, no dia 1 de agosto, senador José Agripino, criticou a falta de prioridade do governo federal com a saúde pública do país e disse que o Congresso não pode se calar diante do descaso. Segundo Agripino, não há mais como adiar a votação e aprovação dos 10% da receita bruta da União para a saúde. “Não temos alternativa senão votar essa matéria que vai significar transferência de recursos efetivos para o setor”, frisou.

O parlamentar potiguar citou a situação da saúde em Natal em que o prefeito Carlos Eduardo decretou estado de calamidade pública. “É assim de norte a sul no Brasil. Vi na televisão que em Macapá pacientes estão deitados no chão dos hospitais ao invés de leitos. Cenas que os governantes não podem esquecer”, frisou. Agripino criticou ainda a falta de atitude da presidente Dilma Rousseff após as reivindicações que ocuparam as ruas do Brasil em junho.

 “Entre as manifestações das ruas e agora o que houve de melhoria na saúde? Nada! Se a União não toma providências, cabe a nós tomarmos. O Senado tem que cumprir sua obrigação e fazer aquilo que o cidadão quer que façamos porque somos representantes da vontade do povo, sem demagogia, e sim com espírito público”, ressaltou. “Saúde tem que ser prioridade no país”, acrescentou.

Concordo com o Senador José Agripino: perversidade pura

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José Agripino acha aumento de remédios uma pervesidade

José Agripino acha aumento de remédios uma pervesidade

O senador José Agripino (RN) classificou como “perversa” a atitude do governo federal de permitir reajuste de mais de 6% no preço dos medicamentos. A partir deste sábado (30), mais de 13 mil remédios, entre eles antibióticos, anti-inflamatórios, diuréticos e ansiolíticos, ficarão entre 4,59% e 6,31% mais caros. “Uma alta perversa para milhares de brasileiros carentes que terão de gastar mais ainda para comprar algo que muitas vezes é primordial para sua sobrevivência”, frisou o parlamentar potiguar.

 Apesar de o aumento passar a valer apenas a partir deste sábado, a autorização do governo federal foi dada dia 13 de março, menos de uma semana depois de a presidente Dilma Rousseff usar a rede nacional de rádio e TV para anunciar a isenção de produtos da cesta básica. Para Agripino, um contrassenso. “O governo fez uma coisa boa ao exonerar os produtos da cesta básica – embora sua eficácia tenha sido muito pequena -, mas agora adotou uma atitude grave: permitiu o aumento de uma coisa que é sagrada para as pessoas que estão doentes”, frisou Agripino.

 A autorização para o reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participações de genéricos. O aumento segue a lógica de que nas categorias com mais genéricos a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior.

José Agripino comenta processo do Mensalão

Revista Deguste

Através de sua assessoria de imprensa, o senador José Agripino Maia (RN), presidente nacional do Democratas, classificou o processo do chamado caso Mensalão como “grande e ardiloso”.

Para o senador, essa é uma “votação histórica e eu tenho muita confiança de que o STF valorizará, em primeiro plano, as nossas instituições. A sociedade brasileira está atenta à votação. Acredito que milhões de brasileiros esperam um julgamento rigoroso a fim de que se estabeleça uma marca histórica contra a impunidade e a corrupção no Brasil”

 

Fonte: Assessoria de Imprensa