Veja foto da mulher acusada do sequestro de Popó Porcino

Revista Deguste

Por Assessoria de Imprensa da Polícia Civil do RN

Orlandina Torres Carneiro

Orlandina Torres Carneiro

A equipe de policiais civis da Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) conseguiu prender mais uma acusada de participar no sequestro de Porcino Segundo. Orlandina Torres Carneiro, de 33 anos, foi presa às 16 horas de ontem (08/08) na cidade de Fortaleza/CE, quando participava de um velório.

Os detalhes da prisão foram divulgados na tarde de hoje (09) pela delegada titular da Deicor, Sheila Freitas, durante coletiva de imprensa na Delegacia Geral de Polícia Civil (DEGEPOL). “Foi ela quem alugou as casas que foram usadas como cativeiro e comprava os mantimentos com o dinheiro dela. Ela era quem custeava tudo”, revelou Sheila.

Ainda de acordo com a delegada Sheila Freitas, Orlandina era parceira do sequestrador Paulo Victor, e inclusive já haviam sido presos juntos no ano de 2010 na cidade de Açu, por acusação de estelionato. Contra a acusada também há um mandado de prisão expedido pela juíza de Ceará Mirim.

Após investigações, a equipe da Deicor descobriu o paradeiro da acusada e com o apoio da Polícia Civil do Ceará, conseguiu efetuar a prisão. Segundo Sheila, ela é envolvida com clonagem de cartões de crédito.

Orlandina, que é suplente de vereador no município de Independência, no interior do Ceará, fugiu para o estado com medo de ser presa, onde tingiu o cabelo para não ser reconhecida. Ela estava loira, mas agora apresentou os cabelos pretos. Na ocasião de prisão, ela disse aos policiais que havia alugado os imóveis, mas alegou que não sabia dos planos de Paulo Victor de sequestrar Popó.  A titular da Deicor revelou que está no encalço de outros envolvidos no crime.

Porcino Segundo, o Popó, foi sequestrado no último dia 16 de junho durante uma vaquejada, na cidade de Ceará-Mirim. Após 37 dias de sequestro, a equipe da Deicor estourou o cativeiro localizado na Praia de Pitangui. A vítima foi libertada ilesa e quatro acusados foram detidos, enquanto outro acusado morreu em confronto com a polícia. Poucos dias depois, mais um acusado de participar do crime identificado como Luís Eduardo Lima Magalhães Filho, foi preso num condomínio de luxo em Natal.

 

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