
Li agora na Gazeta do Povo que a dívida pública atingiu 81,9% do PIB em junho de 2026, passando de R$ 10,6 trilhões (81,4%) para R$ 10,8 trilhões, uma alta de 0,9 ponto percentual. O resultado foi influenciado pela acumulação de juros e aquisição de novas emissões de dívida.
A estatística abrange o governo federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), os governos estaduais e as prefeituras. Os cálculos ainda dão conta de que a redução da taxa básica de juros (Selic) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) é a variável com maior potencial de abrandar a dívida.
A dívida líquida – que desconta os créditos e haveres do setor público – também cresceu, mas em ritmo menor, 0,6 ponto percentual, chegando a R$ 9 trilhões, ou 68,5% do PIB.
O indicador dívida-PIB ajuda a entender o risco de se investir no Brasil, funcionando como um termômetro da capacidade do Estado em honrar com seus compromissos.















