Argentina derruba inflação e supera recessão

Gelo Camelo

A receita liberal de Javier Milei para a redução de uma inflação que alcançava três dígitos até o fim de 2023 na Argentina não deixa dúvidas sobre sua eficácia. A ponto de ter permitido ao país aumentar, com a valorização do peso, a compra de produtos brasileiros em 55,4% no primeiro semestre de 2025, totalizando US$ 9,1 bilhões.

Os ajustes macroeconômicos já realizados e a boa vontade do Fundo Monetário Internacional (FMI), que alocou US$ 14 bilhões de um pacote de US$ 20 bilhões no país, dão sinais de otimismo.

Em junho, a taxa de inflação alcançou 1,6% —0,1 ponto percentual acima do mês anterior, conforme os dados oficiais. Em 12 meses, fechou em 39,4%, o que não deixa de ser um alívio para um país corroído por uma variação de 211,4% em 2023.

Por mais que a expansão de 0,8% no Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre tenha frustrado expectativas, é inegável a superação do quadro recessivo do ano passado. Anualizada, a atividade cresceu 5,8%.

Folha

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