
Li na imprensa que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, disse que “em breve” o país vai “empurrar o extremismo para a margem da história”. Claramente anunciando a liquidação de Bolsonaro.
Barroso foi um dos que votou para que o processo de Lula saísse de Curitiba e fosse para Brasília, permitindo que Lula fosse candidato a presidente de novo. Uma espécie de “descondenação”. O resultado é esse que estamos vendo: a esquerda propagandeando que o Brasil está as mil maravilhas enquanto, na vida real, a dívida pública aumenta, os juros vão consumindo a vida das pessoas, a inflação devora os alimentos, pessoas estão sendo presas por opiniões antes mesmo do julgamento e a classe média cada vez tem mais dificuldade em comprar uma casa própria.
Quando eu olho para Barroso eu vejo Lula. E, às vezes, eu tenho a impressão que o ministro, com as falas dele, está mangando da cara da gente.


