
Li no jornal The Economist que dois anos após sua eleição como presidente da Argentina, Javier Milei enfrenta um momento decisivo. Uma eleição de meio de mandato acirrada em 26 de outubro pode significar um desastre para seu programa de reforma radical se seu partido tiver um desempenho ruim nas cédulas do Congresso.
Aqui para nós, mesmo se perder e sair do Governo daqui a dois anos, Milei terá feito a parte dele.
Terá apresentado à Argentina o caminho para transformar uma economia horrível em algo com expectativa futura de equilíbrio, prudência e organização fiscal.
Muitos jovens até hoje só viveram suas curtas vidas sob a orientação da esquerda – e não conhecem outra forma de pensar.
No tempo que permanecer no Governo, Milei terá mostrado aos Argentinos uma alternativa ao populismo que se vende como distribuidor de felicidade mas que entrega o veneno da inflação e a amargura contínua, ininterrupta e sem trégua da diminuição do poder de compra.


