Respondendo a Lewandowski: vergonha não. Concordo! Maasss… custa nada ter prudência em momento de crise.

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O ministro Lewandowski está certo. Juízes são trabalhadores também e não devem ter vergonha de pedir aumento de salário. Mas, neste momento de crise grave, é preciso muita prudência e juízo para não cristalizar na categoria uma imagem de insensível ao restante da população que padece com os mesmos problemas de inflação e juros altos correndo o poder de compra.

Vergonha não. Prudência sim.

Concordo com o Senador José Agripino: perversidade pura

Revista Deguste
José Agripino acha aumento de remédios uma pervesidade

José Agripino acha aumento de remédios uma pervesidade

O senador José Agripino (RN) classificou como “perversa” a atitude do governo federal de permitir reajuste de mais de 6% no preço dos medicamentos. A partir deste sábado (30), mais de 13 mil remédios, entre eles antibióticos, anti-inflamatórios, diuréticos e ansiolíticos, ficarão entre 4,59% e 6,31% mais caros. “Uma alta perversa para milhares de brasileiros carentes que terão de gastar mais ainda para comprar algo que muitas vezes é primordial para sua sobrevivência”, frisou o parlamentar potiguar.

 Apesar de o aumento passar a valer apenas a partir deste sábado, a autorização do governo federal foi dada dia 13 de março, menos de uma semana depois de a presidente Dilma Rousseff usar a rede nacional de rádio e TV para anunciar a isenção de produtos da cesta básica. Para Agripino, um contrassenso. “O governo fez uma coisa boa ao exonerar os produtos da cesta básica – embora sua eficácia tenha sido muito pequena -, mas agora adotou uma atitude grave: permitiu o aumento de uma coisa que é sagrada para as pessoas que estão doentes”, frisou Agripino.

 A autorização para o reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participações de genéricos. O aumento segue a lógica de que nas categorias com mais genéricos a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior.

Setor industrial do RN aumentou quase 10% o consumo de água em setembro

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Por Juliano Freire, da Assessoria de Imprensa da Caern

 O setor industrial registra o maior crescimento, em termos proporcionais, no consumo de água no Rio Grande do Norte em setembro. Neste período, às fábricas situadas nos 153 municípios atendidos pela companhia estadual de saneamento (Caern) aumentaram em 9,83% o uso do líquido, segundo dados do Sistema de informações para Planejamento da empresa. Em termos absolutos, a quantidade utilizada a mais pelas indústrias foi de 10 milhões de litros. Levando-se em conta todos os segmentos (residencial, comercial, industrial, público e rural) o consumo foi de 9,815 bilhões de litros de água no mês passado. São 334 milhões de litros a mais do que o computado em agosto.  Neste caso, o incremento na utilização do líquido foi de 3,52% de um mês para o outro.

Outro setor com aumento expressivo, percentualmente, foi o do comércio, com 6,32% de agosto para setembro, ou seja, 24 milhões de litros a mais. O residencial, responsável por 86% do consumo geral no Estado, contabiliza um acréscimo de 3,42% acima do aferido no oitavo mês do ano. Em setembro, as moradias usaram 279 milhões de litros além dos 8,165 bilhões de litros consumidos em agosto. O setor público, federal, estadual e municipal, gastou 19 milhões de litros a mais, aumentando sua performance em 2,72%. A menor variação positiva de consumo é a do meio rural, com apenas 0,98%.

Mês passado, a Caern distribuiu 327 milhões de litros de água, diariamente, para 896 mil famílias no Rio Grande do Norte em um total de 771 mil ligações. Na capital, a população consumiu 3,6 bilhões de litros de água nas quatro regiões da cidade, uma média de 120 milhões de litros por dia, o que representa quase 37% da média distribuída a cada 24 horas em todo o Estado. Natalenses utilizaram 194 milhões de litros a mais do que o registrado no oitavo mês do ano. Foram utilizados 6,5 milhões de litros por dia, acima do computado em agosto. Na segunda maior cidade potiguar, o consumo total foi de 992 milhões de litros, 38 milhões acima do ocorrido em agosto.