FORMAM UM PAR. NÃO HÁ COMO SEPARÁ-LOS.

Revista Deguste
Não dá para separar. Os dois se elegeram juntos duas vezes. O que cabe a um, tem que caber ao outro.

Não dá para separar. Os dois se elegeram juntos duas vezes. O que cabe a um, tem que caber ao outro.

Dilma se elegeu presidente do Brasil duas vezes tendo Temer como vice-presidente.

Isso é fato. Não é ideologia de esquerda ou de direita. Os dois são um projeto político só. O objetivo de cada um é a permanência no Poder para benefício de seus grupos. E é aí onde está a diferença: nos grupos que usufruem dos benefícios.

Dilma é um grupo. Temer é outro grupo. Quando o Brasil teve dinheiro, se locupletaram juntos. Quando o país quebrou, ficaram brigando pelo que restou de nossa economia.

Agora querem escapar. Cada um com um pedaço. E a gente que se lasque.

Os dois grupos são nocivos ao Brasil. Enquanto um só pensa na extrema esquerda, o outro só beneficia a extrema direita.

Dilma e Temer formam um par. Não há como separá-los. Se tiramos uma, precisamos tirar também o outro.

O Brasil vai sobreviver. O país é maior do que Dilma e Temer.

 

Temer sancionou terceirização ontem à noite

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Para evitar se pressionado por parlamentares que queriam que o projeto não fosse aprovado, o presidente Temer sancionou a lei da terceirização nesta sexta-feira à noite.

Pelo que entendo, a lei agora é uma realidade e está valendo.

É bom a gente observar se a geração de emprego melhora. Quem tem estabilidade vai achar ruim, é normal, e é individualmente correto pensar assim, pois entra agora num mundo de incertezas e exigências maiores de produtividade para se tornar “empregável”.

Quem está desempregado, desesperado por uma renda, porém, pode ser (em teoria) que ache postos de trabalho de forma mais rápido, sabendo que um leque de garantias e direitos que existiam até então estão mais distantes.

Novo ministro da Justiça é deputado do PMDB do Estado onde trabalha Sérgio Moro

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O presidente Michel Temer oficializou na noite de quinta-feira, 23, o nome do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) para o Ministério da Justiça.

O peemedebista está em seu quinto mandato como deputado federal. Entre 2005 e 2006 foi relator da CPMI dos Correios, criada a partir de denúncias de corrupção na estatal, mas que acabou investigando a existência do pagamento de um “mensalão” para os parlamentares aprovarem medidas de interesse do governo.

Aliado do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ex-presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Serraglio foi candidato avulso à 1ª vice-presidência da Casa na atual legislatura, mas acabou derrotado.

É advogado formado pela Faculdade de Direito de Curitiba (1971) e mestre em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. No ano passado votou a favor da punição de juízes e de procuradores por abuso de autoridade, dentro do pacote anticorrupção aprovado pela Câmara.
Fonte: O Globo

Carlos Velloso não quer ser Ministro de Temer

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O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Velloso, não quer ser o Ministro da Justiça do Governo Temer e rejeitou o convite para substituir Alexandre de Moraes, que está em processo de aceitação para o STF.

A recusa de Velloso foi publicizada ontem pela imprensa.

Velloso explicou que não havia como abandonar o trabalho no escritório de advocacia.

Compromissos assumidos em seu escritório foram obstáculo insuperável, relata matéria do jornal O GLOBO.

“Haagen dazs” no dos outros é refresco

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Quem estiver ai mais perto do presidente Temer cochiche no ouvido dele, baixinho, para não ser grosseiro: “Haagen dazs no dos outros é refresco”.

Aproveite, diga também que baixe os juros e diminua os impostos dos alimentos. Aqui embaixo estamos todos assados de tanto arrocho no nosso “fiscal”.

Jornal “O Globo” destaca que o presidente Temer vetará projeto de renegociação das dívidas dos estados 

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Pelo projeto original, enviado pelo Governo, os Estados poderão fazer novos empréstimos, mas terão de cumprir contrapartidas de ajuste fiscal.

Mas…

Quando chegou no Congresso Nacional, o projeto do Governo foi modificado pelos deputados de forma a relaxar o ajuste que os Estados devem fazer, descaracterizando o espírito de melhorar os fundamentos da economia: diminuir gastos, melhorar uso do que existe e aumentar a arrecadação.

Pela reportagem de O Globo, o presidente já informou ao presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, que o projeto será vetado e que outro será enviado em seu lugar, recolocando as contrapartidas exigidas aos Estados.

Juros extorsivos vão diminuir. Mas continuarão a ser diabólicos.

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A grande notícia desta manhã foi a fala do presidente Temer que prometeu diminuir os juros do cartão de crédito.

Será!? Vou aguardar para ver.

A notícia é boa. Mas não é sensacional. Os juros estão em 450% ao ano. Se caíssem para 100%, ainda seriam criminosos.

* Imagem copiada do site Tribuna da Internet.

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