Corrija-me, se eu estiver errado

Prefeitura de Mossó

A dívida pública do Brasil atingiu o nível mais alto (só superado pela Pandemia e nos tempos imemoriais antes da inflação).

As famílias estão endividadas no nível mais alto.

Os impostos estão altos em níveis inéditos.
A insegurança diminui a produtividade e aumenta o prejuízo das pequenas empresas (que são a base da economia nacional).
Os supermercados estão dividindo as compras das famílias em três vezes (típico sinal de perda do poder de compra e perda da orçamentária familiar).
O Governo não reduz o déficit porque está ideologicamente amarrado ao eleitor menos esclarecido economicamente, aquele com baixa capacidade de obter empregos melhores e depende dos subsídios do Estado para prover sua existência material.
Empresas estão migrando para o Paraguai por causa de uma carga tributária melhor.
A Argentina, a longo prazo, tem uma perspectiva econômica de esperança (poque está fazendo sacrifícios enormes para combater a inflação com fundamentos econômicos lógicos, firmando acordos comerciais com o Ocidente, não indexando sua economia a regimes ditatoriais – que a qualquer momento podem nacionalizar os investimentos externos e tomar o patrimônio estrangeiro; e tornando a máquina menos pesada para, no futuro, uma geração mais afortunada possa olhar para cima ao invés de continuar patinando).

Alguma dessas informações está errada?

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