Lula caminha para o fim do mandato atual sem considerar as facções como grupos terroristas

Prefeitura de Mossó

Um dos maiores pesadelos da vida do brasileiro atualmente é a ação das facções.

A maior democracia do mundo, os Estados Unidos, já declarou as facções como grupos terroristas. Os EUA manifestam o desejo público de eliminá-las.

Em El Salvador, foi desenvolvido um método para confrontar o poder dos criminosos. Entre erros e acertos, tem dado certo na visão da maioria da população. Notícias mostram a população satisfeita.

No Brasil, porém, vigora uma anomalia. O país não consegue combater as facções que matam e trucidam todos os dias. Pior, setores decisivos da sociedade organizada se tornaram um muro de proteção a favor delas, hesitando em classificá-las como terroristas. Alguns até alimentam um raciocínio transtornado que se aproxima da ideia de considerar o presidente dos EUA uma pessoa mais perigosa do que as próprias facções que dá surras traumatizantes, cortam cabeças, pernas e braços nas comunidades mais pobres.

Lula vai chegando ao fim do mandato atual dele sem classificar as facções como terroristas.

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