Pico histórico de endividamento das famílias

Gelo Camelo

Li agora na Folha de São Paulo. As famílias brasileiras estão recorrendo ao uso de créditos emergenciais como o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial para quitar as dívidas em meio ao pico histórico de endividamento atingido em janeiro.

Enquanto o crédito de longo prazo —que abrange modalidades como consignado, não consignado, financiamento de veículos e outros bens— cresceu cerca de 12,5%, as modalidades emergenciais saltaram 23% em fevereiro deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o Termômetro do Crédito, realizado pela ABBC (Associação Brasileira de Bancos) com base em dados do Banco Central.

As linhas emergenciais são as de maior risco e de custo mais elevado do mercado. Por exemplo, a taxa de juros do cartão de crédito rotativo atingiu o patamar de 435,9% ao ano, como divulgado pelo BC.

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