
A esquerda é militantemente defensora do Irã. Lula, o maior representante da esquerda no Brasil, vive falando mal de Israel e passando pano para o Irã. O Hamas elogiou Lula recentemente. Agora, veja se tem cabimento os militantes de esquerda defenderem um regime de governo como o do Irã, que possui uma polícia da moralidade para dizer como as mulheres querem se vestir.
Uma informação amplamente divulgada pela imprensa no final de 2024 mostra que o regime do Irã afirmou que as mulheres que desafiarem os códigos de vestimentas no país serão submetidas a uma “clínica de tratamento de remoção do hijab [véu islâmico]”. O anúncio foi feito por Mehri Talebi Darestani, chefe do departamento de mulheres e famílias, ligada ao órgão de promoção da virtude e prevenção ao vício.
Uma jovem iraniana ouvida pelo jornal britânico The Guardian sob condição de anonimato disse que a intenção de Teerã é não fazer uma clínica, mas uma prisão.
“Estamos lutando para sobreviver e enfrentando apagões, mas é um pedaço de tecido que preocupa este Estado. Se há um momento para todos nós voltarmos às ruas, é agora, ou eles prenderão todos”, ela afirmou.
A notícia foi publicada em novembro de 2024 pela Folha. Mas, se você pesquisar, a mesma informação foi reproduzida em outros veículos de comunicação.


