Sindicato do Sal do RN escolhe novo presidente

Revista Deguste

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Sindicato das Indústrias da Extração de Sal do Estado do Rio Grande do Norte (SIESAL) elegeu nesta quinta-feira, 04 de maio, a sua nova Diretoria, que tem como presidente o industrial Francisco Ferreira Souto Filho e vice-presidente Aírton Paulo Torres.

DIRETORIA ELEITA DO SIESAL – MANDATO: 2017/2020

Diretoria Efetiva

Presidente: Francisco Ferreira Souto Filho

1º Vice-presidente: Aírton Paulo Torres

2º vice-presidente: Herbert de Souza Vieira Júnior

Secretário: Marcos Roberto Alves

Tesoureiro: Jerônimo Tasso de Góis Rosado
Conselho Fiscal – Efetivos
Luiz Guilherme Santiago
Maria da Conceição Praxedes Fernandes
Davi Alves de Lima

Conselho Fiscal – Suplentes
Fernando Galvão de Almeida Rodrigues
Elviro do Carmo Rebouças

Delegados Representantes junto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN – Delegados Efetivos
Francisco Ferreira Souto Filho
Aírton Paulo Torres

Delegados Representantes junto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN – Delegados Suplentes
Herbert de Souza Vieira Júnior
Gregório Jales Rosado

Atividade industrial potiguar cresce após 6 meses de contração

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A Sondagem das indústrias Extrativas e de Transformação do Rio Grande do Norte, elaborada pela FIERN, mostra que a indústria potiguar registrou aumento da produção em março na comparação com o mês anterior – após registrar queda por seis meses consecutivos.

Acompanhando o desempenho positivo da produção, o nível médio de utilização da capacidade instalada (UCI) passou de 65% para 68% entre fevereiro e março, mas foi considerado pelos empresários consultados como abaixo do padrão usual para meses de março, comportamento que se vem repetindo ininterruptamente desde setembro de 2011. O número de empregados, por sua vez, registrou queda, mantendo a tendência que vem sendo observada desde fevereiro de 2014.

Com informações do site da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte.

Fiern divulga “8 mitos e verdades sobre a Previdência”

Revista Deguste

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Todos os países que reformaram os sistemas de Previdência Social enfrentaram resistências e protestos. O mesmo ocorre atualmente no Brasil. Há uma série de grupos e instituições, como é o caso da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que são favoráveis às mudanças propostas pelo governo nas regras de acesso às aposentadorias e pensões. Mas há grupos que são contrários à reforma. Em meio às divergências, surgem informações imprecisas que, em vez de esclarecer a população, prejudicam o debate sobre o tema. Para contribuir com as discussões, a Agência CNI de Notícias preparou uma lista com oito mitos e verdades sobre o tema. Confira:
1. A reforma da Previdência é desnecessária.
Isso é um mito. A reforma da Previdência é necessária para equilibrar as contas públicas e garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no longo prazo. A Previdência Social no Brasil é baseada em um pacto de gerações, em que quem está na ativa sustenta o benefício de quem está fora do mercado de trabalho. O problema é que todas as projeções indicam que, em breve, o número de pessoas que receberá o benefício será maior do que os que contribuem. Isso porque a expectativa de vida do brasileiro está aumentando. Subiu seis anos nos últimos 15 anos. Passou de 69,8 anos em 2000 para 75,5 anos em 2015. Com isso, o número de idosos também aumentou. Em 2010, os 19,6 milhões de idosos brasileiros representavam 10% da população. A projeção do IBGE é que o número de idosos no Brasil alcançará 66,5 milhões, ou 29,3% da população em 2050. Além disso, a taxa de natalidade está caindo e, dentro de aproximadamente 13 anos, o número de pessoas com mais de 60 anos ultrapassará o de crianças de zero a 14 anos. Os idosos representarão 18% dos brasileiros, enquanto as crianças 17,6%, estima o IBGE. Ou seja, no futuro próximo, o número de pessoas que contribuem para a Previdência será inferior ao dos que recebem aposentadorias e pensões. Isso tornará o sistema insustentável.
2. A Previdência Social não tem déficit.
Isso também não é verdadeiro. No ano passado, o déficit da Previdência do setor privado e dos servidores públicos atingiu 305,43 bilhões. O sistema de Previdência Social oficial brasileiro é formado pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e pelos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). O RGPS é financiado pelas contribuições dos trabalhadores e empregadores das empresas privadas. O Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) é financiado pelas contribuições dos servidores públicos da ativa, dos aposentados e pensionistas e pelos aportes dos entes federativos (União, estados ou municípios). Ou seja, os sistemas público e privado de Previdência são separados. Mas ambos têm problemas. Conforme dados do Tesouro Nacional, o RGPS, dos trabalhadores do setor privado, teve déficit de R$ 149,73 bilhões em 2016. O RPPS, dos funcionários públicos de municípios, estados e União, ficou negativo em R$ 155,7 bilhões. Juntos, os dois sistemas tiveram um déficit de R$ 305,43 bilhões.
3. O bônus demográfico do país está acabando e isso terá impacto sobre as contas da Previdência.
É verdade. A previsão é que o bônus demográfico do Brasil termine por volta de 2024. Isso ocorrerá porque há a redução da taxa de fecundidade e o aumento da expectativa de vida dos brasileiros. O bônus demográfico é a situação em que há um grande contingente da população em idade ativa e um número menor de idosos e crianças, o que facilita o crescimento econômico. Em 2015, por exemplo, para cada grupo de cem pessoas em idade ativa, havia 11,5 idosos. Em 2060, a estimativa mostra que haverá 44,4 idosos para cada grupo de cem pessoas ativas. Com o fim do bônus demográfico, o número de pessoas contribuindo para a Previdência será menor do que os que recebem os benefícios, o que aumentará ainda mais o déficit do sistema.
4. Sem a reforma, o governo terá de aumentar os impostos.
É verdade. As despesas com pagamentos de aposentadorias, pensões e benefícios para aposentados e pensionistas dos setores privado e público já representam metade dos gastos do governo. Projeções do Ministério do Planejamento mostram que, neste ano, as despesas previdenciárias serão equivalentes a 55% dos gastos do governo. Em 2026, 82%. Para garantir o pagamento dos benefícios e das aposentadorias, a saída será o aumento das contribuições à Previdência dos trabalhadores, das empresas e dos servidores públicos. Estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) indicam que, sem a reforma, a alíquota de contribuição sobre a folha de pagamento terá de subir para 50% em 2060, o que terá grande impacto sobre o emprego formal no país. Outra alternativa será aumentar os impostos para eles cubram odéficit cada vez maior da Previdência.
5. Sem a reforma, aposentados e pensionistas correm o risco de não receberem o benefício no futuro.
Esse risco é real. Como as despesas continuarão aumentando mais do que as receitas, as contas da Previdência ficarão cada vez mais desequilibradas e o déficit será insustentável. Com isso, há o risco de o governo não ter condições de pagar os benefícios em dia ou integralmente. Isso já ocorre no Rio de Janeiro. No ano passado, o estado quebrou e teve de atrasar ou parcelar o pagamento dos benefícios aos servidores aposentados e os pensionistas. Para tentar resolver uma crise profunda, desencadeada pelo desequilíbrio das contas públicas, recentemente a Grécia foi obrigada, entre outras medidas, a mudar o sistema de Previdência. O país reduziu em 12% as aposentadorias superiores a 1.300 euros e aumentou a idade mínima para a aposentadoria das mulheres para 65 anos. Com a reforma, o tempo de contribuição para uma aposentadoria integral subiu de 37 para 40 anos.
6. Ao fixar a idade mínima para aposentadoria em 65 anos para homens e mulheres, a reforma desconsidera a expectativa de vida das regiões mais pobres.
Na verdade, o cálculo de expectativa de vida considera a mortalidade infantil, que é alta nas regiões mais pobres, e a mortalidade dos jovens pela violência. Com isso, a expectativa média de vida dos brasileiros é de 75,5 anos. No entanto, para a Previdência é mais importante considerar a expectativa de sobrevida da população, que é o número de anos que a pessoas viverão a partir da idade em que se aposentam.
Atualmente, as pessoas que completam 65 anos no Brasil vivem, em média, mais 18,4 anos, estima o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas regiões mais pobres, a média de sobrevida é de 16 anos e, nas mais ricas, de 22 anos. Aos 65 anos, a expectativa média de sobrevida das mulheres é de 19,8 anos e a dos homens de 16,7 anos. Ou seja, ao parar de trabalhar aos 65 anos, os homens poderão usufruir da aposentadoria por 16,7 anos e as mulheres por 19,8 anos.
7. A idade mínima de 65 anos para a aposentadoria prejudica os trabalhadores de baixa renda.
Esse é outro mito. Hoje, a maioria dos trabalhadores urbanos de baixa renda já se aposenta com 65 anos ou mais. Embora comecem a trabalhar cedo, as pessoas de baixa renda atuam muito tempo no mercado informal e têm dificuldades para comprovar o tempo mínimo de contribuição antes de completar a idade mínima.
8. O trabalhador só se aposentará se contribuir por 49 anos para a Previdência.
Esse é outro mito. Conforme a reforma, os trabalhadores que completarem 65 anos de idade e 25 anos de contribuição à Previdência pode se aposentar, e o valor da aposentadoria será equivalente a 76% do salário de contribuição. Essa taxa aumenta 1 ponto percentual a cada ano a mais de contribuição. Portanto, para chegar a 100% do salário de contribuição, será necessário somar 49 anos de contribuição. A aposentadoria, no entanto, nunca será inferior a um salário mínimo. Isso significa que uma pessoa que recebeu um salário mínimo durante todo o período de contribuição tem esse valor garantido, independentemente do momento em que se aposentar. Atualmente, 68,6% dos beneficiários do INSS recebem um salário mínimo. Então, a regra não será aplicada à maioria dos brasileiros. Nos países europeus, a média das aposentadorias equivale a 56% dos salários de contribuição.

FIERN promove curso sobre Negociação Internacional

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O Centro Internacional de Negócios do Rio Grande do Norte (CIN/FIERN), em parceria com o SEBRAE/RN, promove curso Negociação Internacional: como prospectar mercados no exterior. O objetivo é trabalhar competências e discutir pontos de vista sobre negociações internacionais e a importância da prospecção de mercados na estratégia de internacionalização das empresas.

Com carga horária de 8 horas, o curso acontecerá no dia 06 de abril de 2017, no auditório do primeiro andar da Casa da Indústria, em Lagoa Nova/RN, com o palestrante Gustavo do Vale.

As inscrições para o curso são on-line através deste link. Informações pelos telefones: (84) 3204-6309 | 3204-6364.

Fiern parabeniza deputados Fábio Faria, Felipe Maia e Rogério Marinho pelo voto a favor da terceirização

Revista Deguste

O Sistema FIERN, além de parabenizar os Deputados potiguares que corajosamente contribuíram para a modernização das relações do trabalho e para a segurança jurídica de contratos e empreendimentos, saúda a regulamentação da terceirização com a certeza de que a medida é apropriada e necessária para a vitalidade da economia nacional.

Cônsul comercial dos EUA abre diálogo sobre parcerias com a FIERN

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O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, recebeu o novo cônsul comercial dos Estados Unidos para o Nordeste, Geoffrey Stewart Bogart, que estava acompanhado do especialista do programa SelectUSA, André Leal. Na ocasião, houve um diálogo sobre possibilidades de parcerias e intercâmbios entre a Federação das Indústrias e o Consulado norte-americano. O vice-presidente da FIERN, Pedro Terceiro, o diretor primeiro secretário, Roberto Serquiz, o segundo tesoureiro, José Nobrega, e o segundo secretário, Djalma Barbosa Cunha também participaram da reunião.

“Esse diálogo com o cônsul comercial é oportuno e poderá levar a novas aproximações da indústria do Rio Grande do Norte com os Estados Unidos”, afirmou o presidente da FIERN. Ele citou que durante o encontro ficaram claras as possibilidades de parcerias nas áreas de educação, eventos de negócios, missões empresarias e estudos sobre empreendimentos em infraestrutura.

“Tudo isso também com possibilidade de levarmos delegações aos Estados Unidos para feiras e rodadas de negócios e eles também possam nos visitar”, disse Amaro Sales. Os representantes dos Estados Unidos confirmaram que estarão presentes no EINNE – Encontro Internacional de Negócios do Nordeste, em novembro. Ele citou que poderá ser feito, no âmbito destas parcerias, um estudo sobre a melhor localização para um segundo porto no litoral do Estado.

Amaro Sales acrescentou que poderá levar também empresários dos EUA e representantes da área comercial do consulado ao Conselho Temático de Micro e Pequenas Empresas (Compem) da Confederação Nacional da Indústria, do qual ele é presidente.

Na reunião desta sexta-feira, na Casa da Indústria, Geoffrey Bogart destacou as possibilidades e prioridades de negócios do consulado americano nas áreas de saúde, tecnologia e energia renovável. Ele conheceu o potencial econômico do Rio Grande do Norte nestes setores e afirmou que o diálogo e as iniciativas deverão prosseguir para a aproximação tenha resultados cada vez mais promissores.

 

(Com informações da Assessoria de Imprensa da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte)

Sindicato de Fiação e Tecelagem reelege João Lima como presidente

Revista Deguste
João Lima eleito presidente do Sindicato da Fiação

João Lima reeleito presidente do Sindicato da Fiação

O Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em Geral do RN elegeu nesta quarta-feira, 08, o empresário industrial João Batista Gomes de Lima, para continuar a frente da presidência da entidade. Como Vice-presidente foi reeleito José Garcia da Nóbrega.

NOVA DIRETORIA:  MANDATO  2017 A 2021

Presidente: JOÃO BATISTA GOMES LIMA
Vice-presidente: JOSÉ GARCIA DA NÓBREGA

1ª Secretária: GABRIELLE ANDRADE DE SOUSA ALVES
2ª Secretária: TEREZA MARIA PEREIRA LOPES
1º Tesoureiro: LUIZ CARLOS BAYERLEIN
2º Tesoureiro: SÉRGIO ROBERTO DE ALBUQUERQUE

Conselho Fiscal – Efetivos
ALFREDO FERREIRA PINTO JÚNIOR
VINICIUS MICHEL VASCONCELOS KATSILIS
EDUARDO BARBOSA CAMPOLINA

Conselho Fiscal – Suplentes
EDUARDO BAYERLEIN
ALEXANDRE FERREIRA

Delegado Representante junto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN – Delegado Efetivo

JOÃO BATISTA GOMES LIMA
LUIZ CARLOS BAYERLEIN

Delegado Representante junto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN – Delegado Suplente

JOSÉ GARCIA DA NÓBREGA
SÉRGIO ROBERTO DE ALBUQUERQUE

Fonte: Fiern

Especialista alemão ajuda empresas potiguares de água mineiral

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Empresas do setor de água mineral receberão em março a visita de um especialista alemão, que estará no Rio Grande do Norte para mais uma fase do programa “Senior Expert Service”. O especialista Ingo Ernst chegará a Natal no dia 7 e permanecerá até o dia 25, período no qual vai ajudar empresas filiadas ao SICRAMIRN (Sindicato das Indústrias de Água Mineral do RN) na otimização de processos, planejamento e controle da produção.

Fonte: Fiern RN

 

IEL/RN realizará em março curso sobre “Liderança e Sucessão em Empresas Familiar”

Revista Deguste

Com objetivo de capacitar, aperfeiçoar e desenvolver proprietários e herdeiros de empresas de controle familiar, o IEL-RN iniciará em março o curso “Liderança e Sucessão em Empresas Familiar para Empresas de Pequeno Porte”.

Destinado a empresários fundadores, sócios, gestores e herdeiros de empresas familiares interessados no processo de sucessão e gestão de empresas familiares, o curso tem duração de 180 horas.

As inscrições estão abertas através do site do IEL (http://www.rn.iel.org.br/lideranca-e-sucessao-em-empresas-familiares).
As vagas são limitadas.

Fonte: FIERNiel_130220

Senai RN tem vagas abertas para cursos

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O SENAI do Rio Grande do Norte está com vagas abertas para cursos em várias cidades. Há opções como o curso Técnico em Mecânica, Tecnologia em Geração Eólica, Fabricação de Bolos e Tortas Decoradas e Eletricista Industrial, entre outros. Acesse o site do SENAI/RN para mais informações.

http://www.rn.senai.br/paravoce/

Fonte: Portal da Indústria