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AO VIVO! Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte
A TV Assembleia está transmitindo pelo Youtube a sessão com presença do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em Natal RN.
Após fortes chuvas, Cristiane Dantas solicita apoio do Governo do Estado para São José de Mipibu

Os estragos causados pelas chuvas no município de São José de Mipibu, onde foi registrado o maior volume pluviométrico do país, na última terça-feira, levou a deputada estadual Cristiane a fazer um apelo ao Governo do Estado para auxiliar o município na recuperação dos prejuízos.
“O município está precisando de um auxílio do Governo do Estado com maquinário para a limpeza das áreas afetadas, especialmente para a recuperação de estradas, que já estavam ruins e agora precisam ser reconstruídas”, solicitou a deputada.
Cristiane ainda parabenizou o Corpo de Bombeiros pelo resgate de pessoas que foram atingidas por uma enxurrada e ficaram ilhadas. “O Corpo de Bombeiros fez um trabalho extraordinário e quero aqui agradecer pelas pessoas que estavam desesperadas, que perderam tudo e foram socorridas”, pontou.
Ela finalizou reforçando o “apelo ao Governo do Estado para que chegue efetivamente com essa ajuda nesse momento que está sendo muito difícil para as famílias que perderam o pouco que tinham”.
Vaqueiros estão disputando quase R$ 100 mil em vaquejada em Macaíba
Vaquejada no final de semana de 1 a 3 de dezembro em Mossoró
ONU declara 2023 ano mais quente da História

O planeta esteve tão quente este ano que, mesmo antes do fim, 2023 já foi declarado recordista de calor pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As temperaturas globais estiveram cerca de 1,4°C acima da média pré-industrial nos primeiros dez meses do ano, de acordo com o Relatório Provisório sobre o Estado do Clima Global de 2023 da OMM. Isso fornece certeza suficiente para declará-lo o ano mais quente já registrado, mesmo faltando um mês. A declaração serviu de aviso para negociadores climáticos reunidos em Dubai para a COP28.
O Globo
40 anos de Beto Barbosa
Como a Folha noticiou a decisão do Supremo sobre a liberdade de imprensa

A Folha de São Paulo, da qual eu tenho sempre a impressão de nutrir simpatia com a confusa agenda da esquerda brasileira, noticiou a decisão do Supremo Tribunal Federal ouvindo juristas.
“A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que permite a responsabilização civil de veículos de imprensa por entrevistas com indícios de falsidade usa expressões de significado amplo que ainda deixam margem para dúvidas sobre eventuais julgamentos, avaliam especialistas.
Para eles, a definição se dará na análise de casos concretos. Entre os pontos que demandarão maior esclarecimento está o que é o dever de cuidado que o veículo precisa ter, conforme citado pelo Supremo, e como serão tratadas circunstâncias como entrevistas ao vivo.
O tribunal aprovou nesta quarta-feira (29) tese que prevê responsabilização civil e eventual remoção de conteúdo por “informações comprovadamente injuriosas, difamantes, caluniosas, mentirosas, e em relação a eventuais danos materiais e morais”.
A responsabilização da empresa jornalística caberia em duas circunstâncias concomitantes: se, na época da divulgação, “havia indícios concretos da falsidade da imputação” e se “o veículo deixou de observar o dever de cuidado na verificação da veracidade dos fatos e na divulgação da existência de tais indícios”.
Para o advogado Victor Lehaly, pesquisador do Pleb – Grupo de Pesquisa sobre Liberdade de Expressão no Brasil da PUC-Rio, a tese não vai resolver todos os casos justamente pela falta de definição precisa do que seria dever de cuidado e do que seriam “indícios concretos de falsidade”.
Na prática, não fica clara qual é a extensão da verificação dos fatos esperada da imprensa —se bastaria buscar ouvir o ofendido, por exemplo, ou se seria cobrada uma checagem mais minuciosa.
Para Leroy, essa característica da tese fixada pelo STF pode tanto ser considerada negativa para a liberdade de expressão, por eventualmente incentivar uma autocensura, como positiva, ao criar balizas mais concretas, que podem inclusive ser usadas na defesa dos veículos.
O caso das entrevistas ao vivo é um que fica em aberto, na sua avaliação, embora ele entenda que não caberia responsabilização nesses casos. “Me parece que não tem como exigir dever de diligência em tempo real”, diz.
Já o advogado Alexandre Fidalgo diz entender que a decisão ameaça a liberdade de expressão e vai na direção contrária de outras do próprio Supremo, como a que derrubou a Lei de Imprensa editada durante a ditadura militar.
Ele argumenta que veículos poderiam correr risco de punição em casos como o da entrevista à revista Veja em que Pedro Collor fez denúncias contra seu irmão Fernando Collor —e que impulsionaram o impeachment do então presidente. Assim como na entrevista à Folha em que o então deputado Roberto Jefferson revelou a existência do mensalão no primeiro mandato de Lula (PT).
“O pressuposto da atividade de imprensa é a informação verdadeira no aspecto da verossimilhança, ou seja, da existência de indícios suficientes para que se publique”, diz. “A imprensa nem tem poder de investigar.”
Já o advogado André Perecmanis considera que a decisão do Supremo vai na direção correta e segue outras do tribunal segundo as quais a liberdade de expressão, como qualquer direito, não é absoluta. “A imprensa não é polícia nem Ministério Público, não tem obrigação de investigar, mas se distingue do cidadão comum. Tem possibilidade de apurar fatos”, diz.
Ele também considera que o dever de cuidado citado na tese do STF é um conceito jurídico aberto a interpretações. Segundo o advogado, pelo entendimento mais aceito, ele abrangerá o uso dos meios mais comuns de pesquisa e investigação jornalísticos, como checagem e cruzamento da informação com diferentes fontes.
Nesse caso, em sua avaliação, casos como os da entrevista de Pedro Collor e Roberto Jefferson poderiam ficar protegidos mesmo se a tese estivesse em vigor. O mesmo se daria no caso de entrevistas ao vivo, em que não é possível uma checagem prévia do que será dito.
A decisão do STF trata apenas da responsabilização civil. Perecmanis avalia que eventual punição no âmbito criminal recairia apenas sobre o jornalista, e não sobre a empresa, mas a condenação demandaria mais elementos.
Teria que ficar provado, diz ele, que o profissional queria ofender o autor da ação ou deixou que isso acontecesse mesmo sabendo que os fatos imputados eram inverídicos.”
MACAU: Diante da inércia do município, Ministério público ajuíza execução contra Prefeitura

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ajuizou execução de título extrajudicial contra a Prefeitura de Macau, devido ao descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que visava a resolver problemas relacionados ao transporte público coletivo no município.
O acordo previa que a gestão procedesse com estudos técnicos seguidos da adoção de providências para a implantação de um Plano de Mobilidade Urbana até o mês de abril passado. O plano deveria viabilizar, em seguida, um serviço de transporte público coletivo que atenda às necessidades da população.
Como até a presente data o Município se manteve inerte, o MPRN está requerendo que a Justiça efetue a citação do ente executado, na pessoa do prefeito de Macau ou do procurador-geral do Município, para que apresente o referido Plano (conforme a Cláusula Sétima do TAC), no prazo de 10 dias úteis.
Pousada em São Miguel do Gostoso promove evento gastronômico sábado, 2 de dezembro

A Revista Deguste é a publicação que mais divulga o turismo a gastronomia do Rio Grande do Norte. O site da revista é www.revistadeguste.com
Uma das notícias mais recentes da DEGUSTE fala sobre o festival 3º Solarium Experience Brazzas, que vai acontecer na Pousada Solarium em São Miguel do Gostoso. Veja os detalhes AQUI







