Comércio abre normalmente neste dia 30, diz Fecomércio

Diante do anúncio na imprensa da convocação de uma “Greve Geral” para esta sexta-feira, 30 de junho, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN), vem a público ressaltar que:

1.    O comércio e os serviços irão funcionar normalmente em todo o Estado.

2.    Ainda está em vigor a “Tutela Antecipada” concedida pelo juiz titular da 1ª Vara da Justiça Federal do RN, Magnus Delgado, em novembro do ano passado, na ação impetrada pela Fecomércio, Federação das Indústrias e Federação dos Transportes, em conjunto com o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Natal (Seturn). A Federação do Comércio espera, portanto, que a decisão judicial seja efetivamente cumprida também na sexta-feira, 30.

Em sua decisão, o juiz oficiou os comandantes da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar, além do superintendente da Polícia Federal no Estado, para que seja permitida “a livre circulação” em “toda e qualquer rodovia federal ou estadual que corte este Estado”. O juiz determina ainda que esta livre circulação deve ser garantida “em qualquer dia em que estejam marcadas quaisquer manifestações, a favor ou contra quem ou que quer que seja, notadamente as BRs 101, 304 e 406”. “Deverão ser preservadas as vias de ida e vinda de cada uma destas rodovias e, acaso haja segurança, liberadas apenas as vias marginais, até porque rodovia não é lugar de manifestantes”, diz, ainda, o texto da Tutela Antecipada. A multa por descumprimento, também estipulada na decisão, é solidária e de R$ 500 mil para cada um dos réus, em caso de descumprimento da decisão.

“É importante deixar claro que estamos cobrando a preservação do direito de ir e vir dos cidadãos. É uma questão de bom senso. Toda movimentação merece o nosso respeito, mas deve ser realizada de forma democrática, ordeira e pacífica. No atual contexto que vivemos, onde o que se impõe é a necessidade de trabalharmos e de produzirmos, é fundamental que possamos garantir às empresas a opção de manter seu funcionamento normal e que os consumidores possam chegar às lojas, sem que sejam prejudicadas em seus direitos”, afirma o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN, Marcelo Queiroz.

Lei autoriza comércio a cobrar valores diferentes pelo mesmo produto

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Comerciante agora pode vender com preço mais barato e outro mais caro quando a venda for à prazo ou à vista

Comerciante agora pode vender com preço mais barato e outro mais caro dependendo se a venda for à prazo ou à vista

A partir desta segunda-feira (26) o comércio e o ramo de serviços estão autorizados a cobrar preços diferentes por um mesmo produto. A autorização está baseada na conversão em lei da Medida Provisória 764, que já estava em vigor desde dezembro do ano passado e que foi assinada pelo presidente Michel Temer.

Na prática, a nova lei permite que os comerciantes cobrem um valor para compras à vista e outro para compras à prazo. A intenção, segundo o governo, é de que os lojistas deem mais descontos para os clientes.

Avaliação do mercado

Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), comemorou a conquista da categoria. “Essa é uma luta histórica do setor de comércio e serviços que sempre enxergou na diferenciação de preços, uma oportunidade para que o consumidor obtenha melhores preços no pagamento à vista e, para o empresário, que terá a segurança jurídica para estipular uma política de diferenciação considerando as taxas cobradas pelas administradoras dos cartões de crédito”, disse.

Segundo o levantamento feito pela CNDL, 77% dos varejistas consideraram a medida benéfica para o próprio negócio. Entre os micro e pequenos empresários do ramo, 31% disseram ter percebido um aumento nos pagamentos realizados à vista.

Além disso, 23% dos varejistas disseram ter sentido algum benefício prático da nova medida, como aumento nas vendas em dinheiro, queda da inadimplência e diminuição nos pagamentos das taxas das máquinas de cartão.

Com informações do site da Fecomércio RN

PIB cresce 1% no primeiro trimestre após dois anos de queda

Revista Deguste

O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1% no primeiro trimestre do ano de 2017, comparado ao quarto trimestre de 2016, na série livre de influências sazonais. Esta foi a primeira alta na comparação, após dois anos consecutivos de queda.

Os dados foram divulgados na quinta-feira (1º) de junho, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam, porém, que apesar da alta, o PIB caiu 0,4% quando comparado ao primeiro trimestre do ano passado, enquanto o resultado acumulado dos quatro últimos trimestres terminados agora em março registra queda de 2,3% – portanto, o acumulado dos últimos doze meses, em relação ao período imediatamente anterior.

Com informações da Fecomercio RN

 

Vendas no comércio caem em fevereiro de 2017, diz IBGE

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As vendas do comércio varejista brasileiro recuaram 0,2% em fevereiro em comparação com janeiro, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (12). Em relação a fevereiro de 2016, o varejo nacional recuou 3,2%, 23ª taxa negativa consecutiva na base de comparação. No acumulado dos dois meses do ano, o comércio varejista acumula redução de 2,2% e, nos 12 meses, de 5,4%.

Já em relação à receita nominal de vendas, houve alta de 0,4% em fevereiro em comparação ao mesmo período de 2016, de 0,1% em relação a janeiro deste ano, de 2,1% nos dois primeiros meses do ano e de 4,2% nos últimos 12 meses.

O IBGE revisou ainda a taxa de janeiro em relação a dezembro. Em vez do recuo de 0,7% divulgado no mês passado, a revisão aponta que houve foi um crescimento de 5,5%.

Com informações da  Fecomércio RN

Mesa Brasil Sesc distribuiu mais de 1 tonelada de alimentos no RN em 2016

Revista Deguste

Em 2016, mais de uma tonelada de alimentos foram arrecadados e distribuídos pelo Mesa Brasil, programa do Sistema Fecomércio RN, executado por meio do Sesc RN. Este e outros índices foram apresentados nesta quinta-feira (23), em solenidade realizada no Sesc Cidade Alta, em Natal, com a participação de representantes de empresas parceiras e de entidades assistidas pelo programa no ano passado.

Presidente e diretores do Sistema Fecomércio RN entregam homenagens as empresas doadoras de alimentos

Presidente e diretores do Sistema Fecomércio RN entregam homenagens as empresas doadoras de alimentos

Na ocasião, algumas destas empresas parceiras foram homenageadas com um troféu, como a Frutas Doce Mel; a CMR Brasil; a Doce Gascana; e a Sorvete Chapinha. O Sistema Fecomércio RN também foi homenageado. O presidente Marcelo Queiroz recebeu das mãos do administrador do Hospital Psiquiátrico Severino Lopes (Casa de Saúde Natal), Claudemir Ferreira, um troféu pelas doações sistemáticas do programa Mesa Brasil Sesc à entidade.

Após 22 meses em queda, Brasil volta a criar novos empregos

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Depois de 22 meses em queda, o Brasil voltou a gerar empregos. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (16), mostram que 35.612 novos postos foram criados em fevereiro. Esse resultado foi ainda o maior para fevereiro desde 2014, quando foram gerados 260 mil postos. Entre os grandes ramos observados pela pesquisa do Ministério do Trabalho, a maioria ficou no azul.

O melhor desempenho do mês foi do segmento de serviços, com 50.613 novos postos criados. A administração pública ficou em segundo lugar, com 8.280 vagas. A lista segue com agropecuária (+6.201), indústria (+3.949) e serviços industriais de utilidade pública (+1.108). Já os ramos de extração mineral, construção civil e comércio ficaram com saldo negativo no mês passado.

Fonte: FecomércioRN

Brasil terá 1 milhão de idosos a mais por ano até 2060

Revista Deguste

Diante do envelhecimento da população e de distorções nas regras atuais da Previdência, uma reforma se faz urgente. A avaliação é de Rogério Nagamine, coordenador de Previdência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo ele, a população idosa vai aumentar em 1 milhão por ano até 2060.

Nagamine participou do Fórum Estadão sobre Reforma da Previdência, em São Paulo, nesta quinta-feira (09). Segundo ele, as regra atuais tiram espaço de outros gastos, como educação e saúde. Também deixa poucos recursos para os investimentos, o que gera efeitos negativos sobre o crescimento e sobre a infraestrutura do País.

“No ano passado, 53,7% das despesas primárias da União foram com Previdência, isso considerando o regime geral, servidores e o BPC/Loas”, relatou. Ele alertou ainda que o envelhecimento dos brasileiros vai tornar essa fatura ainda mais pesada. A tendência é de que se tenha cada vez mais beneficiários e menos contribuintes. “Claramente é uma situação insustentável”, observou.

O especialista calculou que sem a reforma, seria necessário um aumento da carga tributária, que já é elevada. Nagamine explicou que o Brasil é um “ponto fora da curva” no cenário global de Previdência, já que é um País jovem, mas com gastos de benefícios e aposentadorias semelhante ao de países com população mais velha. “Temos despesa de 12% ou 13% do PIB com Previdência, na União Europeia, esse gasto é de 11%”, afirmou.

Fonte: FecomercioRN

Maioria dos turistas que visitaram Natal em 2017 vieram de São Paulo, RJ e Minas Gerais

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Pelo 5º ano consecutivo, o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN traçou o perfil do turista que visita Natal na alta estação. A maior parte dos turistas são brasileiros (79,7%; contra 82,4% em 2016); vindos da região Sudeste (35,2% de São Paulo; 11,2% do Rio de Janeiro; e 5,9% vieram de Minas Gerais); viajam com a família (72,8%); são homens (51,5%); e permanecem, em média, 10 dias na cidade

Fonte: Fecomércio RN

Aplicativo gastronômico será lançado nesta quarta-feira (1º), em Natal

Revista Deguste

Marcelo Queiroz, da Fecomércio, emite opinião sobre pacote do Governo Temer.

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(Foto Canindé Soares/Morais Neto)
“A nosso ver, as medidas apontam em uma direção certa, que é a de reduzir os custos, inclusive financeiros, das empresas e facilitar o acesso ao crédito, além de criar facilidades para o aumento do consumo. No entanto, elas são muito superficiais e, no atual contexto, com endividamento nas alturas e taxas de desocupação muito altas, a tendência é que não surtam efeito prático de imediato. O que precisamos é avançar com as reformas estruturantes, como a da Previdência e, sobretudo, a Trabalhista e a Tributária. Estas, sim, unidas às medidas recém-aprovadas na PEC 55, poderão fazer com que o país volte ao rumo do crescimento e a gerar emprego e renda. Somente assim poderemos calçar em bases sólidas a saída das dificuldades econômicas que vivemos”.
(Foto: Moraes Neto).